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Anunciada, para novembro, a realização de eleições gerais no Haiti

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O Presidente do Haiti, René Preval, anunciou na quinta-feira, dia 10 de junho, à margem de um Foro do setor privado, à realização de eleições no Haiti com os membros do atual “Tribunal Eleitoral”, que são acusados de parcialidade e proselitismo a favor do partido presidencial. Dirigentes da oposição criticam o comportamento do Presidente e estimam que este ato constitui-se como uma provocação gratuita e desnecessária.

Como pensar em realizar eleições com conselheiros tão criticados”, disse o jovem senador e líder do partido Haiti em Ação, Youri Latortue. O senador se pronuncia a favor de um consenso nacional sobre a problemática das eleições para evitar ao país uma nova crise política, ao mesmo tempo critica o protagonismo do “Representante Especial da Missão de Paz das Nações Unidas”, o embaixador Edmond Mollet, “Representante Especial do Secretário Geral da ONU no Haiti”, por adentrar nos assuntos internos do país.

Para o Pastor Luc Mesadieur, líder do “Movimento Cristão por um Novo Haiti”, o presidente Preval, ao confiar as eleições aos membros deste Tribunal, tomou a opção da instabilidade. O pastor convidou o Presidente a dar mostras de elegância e sabedoria.

A opinião pública haitiana acredita que o país se dirige ao caminho da instabilidade, se as eleições se realizarem com os membros do atual “Tribunal Eleitoral” que fizeram recentemente eleições parciais para o Senado, as quais foram consideradas como as mais fraudulentas dos últimos 20 anos.

Ademais, tem sido identificado pelos analistas que não existiu durante os dois mandatos do Presidente Preval eleição correta, pois se observou que elas não foram honestas e limpas. Para consolidar a estabilidade e o processo de reconstrução, tem sido consenso entre os interpretes, para a população e para os observadores hatianos e internacionais que a comunidade internacional deve entender que o Haiti não necessita da realização de quaisquer eleições, imaginando que é suficiente que ela ocorra, sem levar em conta se foram fraudadas, mas, sim de eleições que respeitem as normas mínimas para garantir a legitimidade das lideranças e, por isso, conseguirão gerar estabilidade no país. 

ORIGINAL  

POLÍTICA Y COOPERACIÓN INTERNACIONAL – Anuncian realización de elecciones generales en Haití para noviembre

El Presidente Preval acaba de anunciar el viernes al margen de un foro del sector privado la realización de las elecciones en Haití con los miembros del actual tribunal electoral acusados de parcialidad y proselitismo a favor del partido presidencial. Dirigentes de la oposición critican el comportamiento del presidente y estiman que este acto constituye una provocación gratuita e innecesaria.

« Como pensar realizar elecciones con consejeros tan criticados » dijo el joven senador y líder del partido Haití en Acción, Youri Latortue.  El senador se pronuncia a favor de un consenso nacional sobre la problemática de las elecciones para evitar al país una nueva crisis política, al mismo tiempo crítica el protagonismo del representante especial de la misión de paz de las Naciones Unidas,  el embajador Edmond Mollet, por adentrarse en los asuntos internos del país.

Por el pastor Luc Mesadieur, líder del movimiento Cristiano por una Nueva Haití, el presidente Preval, al confiar las elecciones a los miembros de este tribunal, ha tomado la opción de la inestabilidad. El pastor invita el Presidente a hacer muestras de elegancia y sabiduría.

La opinión pública haitiana estima que el país se dirige hacia el camino de la inestabilidad, si las elecciones se realizan con los miembros del actual tribunal electoral que han realizado elecciones parciales para el Senado, las cuáles fueron consideradas como las más fraudulentas de los últimos 20 años.

Además, fue identificado, por los analistas, que no ha existido, durante los dos mandatos del Presidente Préval, una elección correcta, pues fue observado que no ha sido honesta y limpia. Para consolidar la estabilidad y el proceso de reconstrucción, hay un consenso entre los intérpretes, para la población y para los observadores haitianos y internacionales que la comunidad internacional debe entender que Haití no necesita de la realización de esas elecciones, imaginando que es suficiente que ella ocorra, sin observar se fueron  fraudulentass, pero, si, de elecciones que respectan las normas mínimas para garantizar la legitimidad de los liderazgos y, con eso, generar estabilidad en el país.

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Jean Garry - Porto Príncipe (Haiti)

De nacionalidade haitiana, é formado em Marketing pela Universidad Interamericana de Santo Domingo, possui Pós-Graduação em Gestão de Projetos Sociais pela Universidad Autónoma de Santo Domingo e Mestrado em Economia pela Universidad Internacional de Andalucía (Espanha). É graduado no Curso de Gerenciamento Social do Instituto de Desenvolvimento Social (INDES) do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) em Washington, e do curso Gestão Estratégica do Desenvolvimento Social e Regional da Comissão Econômica para América Latina (CEPAL) em Santiago do Chile. Tem experiência como Gerente de Marketing em diversas empresas privadas e trabalhou como consultor em Desenvolvimento Comunitário do Ministério de Obras Públicas do Haiti e em diversos projetos de desenvolvimento.

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