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Alto nível de radiação na fronteira das Coréias deixa em alerta a “Coréia do Sul”

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Duas semanas após Pyongyang ter informado ao mundo que dominou a tecnologia para fabricar bomba de hidrogênio, Seul detectou um alto nível de radiação na fronteira entre os dois países.

Autoridades da “Coréia do Sul” realizaram experimentos em busca de sinais sísmicos, indicadores de um possível teste nuclear, mas não chegaram a obter sinais de tal ocorrência. Segundo o especialista Whang Joo-ho, a concentração de xênon* do lado sul-coreano da fronteira era cerca de oito vezes superior ao normal e, provavelmente, foi trazido pelos fortes ventos que sopram para o sul da península coreana. Assim, foi descartada a possibilidade de um teste nuclear, permanecendo desconhecida a origem da radiação.

A mídia sul-coreana, por meio de uma fonte anônima do “Ministério da Ciência”, informou que este gás provavelmente tenha sido originado da China ou da Rússia. A Coréia do Sul está atenta à movimentação do outro lado da fronteira, já que os dois Estados coreanos estão passando por momento de grande tensão.

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* Gás inerte, libertado após uma explosão nuclear ou fuga radioativa de uma central nuclear.

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Fabricio Bomjardim - Analista CEIRI - MTB: 0067912SP

Bacharel em Relações Internacionais (2009) e técnico em Negociações Internacionais (2007) pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM). Atua na área de Política Econômica com foco nos países do sudeste e leste asiático, sendo referência em questões relacionadas a China. Atualmente é membro da Júnior Chamber International Brasil-China, promovendo as relações sócio-culturais sino-brasileiras em São Paulo e Articulista da Revista da Câmara de Comércio BRICS. Também atuou como Consultor de Câmbio no Grupo Confidence.

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