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Após eleições, a Nigéria vivencia onda de protestos

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No dia 18 de abril foi confirmada pela chefe da “Comissão Eleitoral Nacional”, Attahiru Jega, a vitória do atual presidente Goodluck Jonathan, do “Partido Democrata Popular”, nas eleições nigerianas.

Os resultados dos 36 Estados da “Federação Nigeriana”, mais a capital federal Abuja, dão 22 milhões de votos ao atual presidente contra 12 milhões para o segundo colocado, o ex-chefe da junta militar, Muhammadu Buhari.

Os dois maiores partidos de oposição formalizaram queixas contra o “Partido Democrata Popular”, que governa a Nigéria desde a redemocratização, em 1999. No norte do país, os oposicionistas disseram que houve fraude para que Jonathan obtivesse ao menos 25% dos votos.

Uma onda de protestos foi desencadeada em algumas cidades do país. Ainda no dia 18 de abril, as rebeliões estenderam-se para o norte da Nigéria. Os primeiros confrontos ocorreram no domingo, 17 de abril. Segundo a “Cruz Vermelha”, dezenas de pessoas morreram e centenas foram feridas nas manifestações.

Os observadores eleitorais da “Comunidade Econômica dos Estados da África do Oeste” (CEDEAO) e da “União Africana” (UA) consideraram livres, justas e transparentes as eleições presidenciais de sábado, 16 de abril, na Nigéria.

Não vi nenhuma situação em que se poderia acreditar que houve uma manipulação grave para falsificar o resultado do processo a favor de interesses pessoais”, declarou o chefe da missão de observação da “União Africana”, o antigo Presidente de Ghana, John Kufuor.

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Daniela Alves - Analista CEIRI - MTB: 0069500SP

Mestre em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Bacharel em Relações Internacionais, jornalista e Especialista em Cooperação Internacional. Atualmente é CEO do Centro de Estratégia, Inteligência e Relações Internacionais (CEIRI) e Editora-Chefe do CEIRI NEWSPAPER. Vencedora de vários prêmios nacionais e internacionais da área dos Direitos Humanos. Já palestrou em várias cidades e órgãos de governo do Brasil e do Mundo sobre temas relacionados a profissionalização da área de Relações Internacionais, Paradiplomacia, Migrações, Tráfico de Seres Humanos e Tráfico de órgãos. Trabalhou na Coordenadoria de Convênios Internacionais da Secretaria Municipal do Trabalho de São Paulo e na Assessoria Técnica para Assuntos Internacionais da Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho do Governo do Estado de SP. Atuou como Diretora Executiva Adjunta e Presidente do Comitê de Coordenação Internacional da Brazil, Russia, India, China, Sounth Africa Chamber for Promotion an Economic Development (BRICS-PED).

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