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As divergências sobre “Serviço Europeu de Ação Externa” continuam e atrasam o processo

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De acordo com João Vale de Almeida, “Diretor-Geral do Departamento da Comissão Européia” em matéria de Relações Externas, o nascimento do “Serviço Europeu de Ação Externa” (SEAE) será uma tarefa difícil.  Ele é uma das inovações mais esperadas do

Tratado de Lisboa”, que entrou em vigor em 1o de Dezembro de 2009 e se constitui de um corpo diplomático com o objetivo de desenvolver uma verdadeira política externa européia.

Complementar a sua declaração, identifica-se hoje que a definição da natureza, das competências e das perspectivas da nova instituição está sendo ainda mais controversa do que se pensou.

De acordo com o jornal espanhol “El mundo”, do dia 11 de março, a “Comissão Européia” (CE) manifestou sua intenção de manter o controle histórico sobre as nomeações dos responsáveis das delegações da União Européia, revelando o desejo de tomar às rédeas do SEAE.

Destacam-se, assim, as divergências e falta de interação. A CE recusou a proposta do “Parlamento Europeu” sobre exigir que os responsáveis dessas futuras delegações realizem uma audiência prévia ante a “Comissão da Eurocâmara”.

Enquanto isso, o “Ministro de Relações Exteriores britânico”, David Miliband, um socialista, e seu colega conservador da Suécia, Carl Bildt, publicaram uma carta aberta, manifestando preocupação “sobre algumas das lutas inter-institucionais evidentes em nossas negociações em curso sobre o pacote SEAE“.

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Daniela Alves - Analista CEIRI - MTB: 0069500SP

Mestre em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Bacharel em Relações Internacionais, jornalista e Especialista em Cooperação Internacional. Atualmente é CEO do Centro de Estratégia, Inteligência e Relações Internacionais (CEIRI) e Editora-Chefe do CEIRI NEWSPAPER. Vencedora de vários prêmios nacionais e internacionais da área dos Direitos Humanos. Já palestrou em várias cidades e órgãos de governo do Brasil e do Mundo sobre temas relacionados a profissionalização da área de Relações Internacionais, Paradiplomacia, Migrações, Tráfico de Seres Humanos e Tráfico de órgãos. Trabalhou na Coordenadoria de Convênios Internacionais da Secretaria Municipal do Trabalho de São Paulo e na Assessoria Técnica para Assuntos Internacionais da Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho do Governo do Estado de SP. Atuou como Diretora Executiva Adjunta e Presidente do Comitê de Coordenação Internacional da Brazil, Russia, India, China, Sounth Africa Chamber for Promotion an Economic Development (BRICS-PED).

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