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Ataques cibernéticos entram na pauta das questões de segurança nacional e internacional.

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Foi anunciado ontem que um ciberataque foi realizado contra os sites de agências governamentais dos EUA e da Coréia do Sul. De acordo com as notas distribuídas ao mundo, os agentes responsáveis pelas incursões são do governo norte coreano, ou de grupos ligados a ele. Tais conclusões vieram do Serviço de Segurança Nacional da Coréia do Sul.

 

As ataques começaram no dia da Independência dos EUA (4 de julho) e se estenderam, tirando do ar ou dificultando o acesso a informações de sites como o da Casa Branca,  Departamento do Tesouro, Serviço Secreto, Federal Trade Comission,  além de sites de jornais como o “Washington Post” e também da Nasdaq. Acredita-se que os responsáveis provêm de uma suposta unidade de guerra virtual que está sendo criada na Coréia do Norte e usa redes chinesas.

Membros do partido de oposição ao governo sul coreano afirmam, ao contrário, que tais anúncios fazem parte de uma estratégia lançada pela departamento de inteligência do seu país com o intuito de aprovar uma lei antiterrorismo que lhe daria mais poder.
 
Recentemente, contudo, foi anunciado que grupos em Israel pretendiam adotar a estratégia dos ciberataques para atingir o Irã e, assim, confrontar e sabotar o projeto nuclear iraniano.
 

São medidas possíveis e não absurdas de se conceber, tanto que uma das áreas mais importantes das agências de inteligência e dos serviços de segurança está na “segurança de informações” e nas questões dos ataques cibernéticos. Esta é uma pauta que já vem sendo tratada e com esses anúncios recentes pode gerar investimentos no setor.

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Daniela Alves - Analista CEIRI - MTB: 0069500SP

Mestre em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Bacharel em Relações Internacionais, jornalista e Especialista em Cooperação Internacional. Atualmente é CEO do Centro de Estratégia, Inteligência e Relações Internacionais (CEIRI) e Editora-Chefe do CEIRI NEWSPAPER. Vencedora de vários prêmios nacionais e internacionais da área dos Direitos Humanos. Já palestrou em várias cidades e órgãos de governo do Brasil e do Mundo sobre temas relacionados a profissionalização da área de Relações Internacionais, Paradiplomacia, Migrações, Tráfico de Seres Humanos e Tráfico de órgãos. Trabalhou na Coordenadoria de Convênios Internacionais da Secretaria Municipal do Trabalho de São Paulo e na Assessoria Técnica para Assuntos Internacionais da Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho do Governo do Estado de SP. Atuou como Diretora Executiva Adjunta e Presidente do Comitê de Coordenação Internacional da Brazil, Russia, India, China, Sounth Africa Chamber for Promotion an Economic Development (BRICS-PED).

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