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Boicote do processo eleitoral no Haiti pelos partidos políticos opositores

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Em uma declaração comum, várias organizações políticas da oposição haitiana, como a “Plataforma dos Patriotas Haitianos” e a “Plataforma Alternativa”, que têm filiados os principais partidos políticos, desistiram do processo eleitoral legislativo previsto para fevereiro e março de 2010, para exigir a demissão de todos os membros do Tribunal Eleitoral.  Em junho deste ano [2009] o Tribunal Eleitoral organizou as eleições parciais com a mais baixa taxa de participação dos últimos 50 anos (5%), a qual foi denunciada como eleições fraudulentas, pelo ex-Vice-Presidente, Sr. Rodoll Pierre.  

O tribunal havia relatado uma operação para entregar um número a cada partido após as intensas respostas contra a atribuição do número 1 à Plataforma da Presidência numa operação fraudulenta e sem a mínima transparência. Devemos mencionar que o número 1 tem um valor de marketing importante para os diferentes agrupamentos políticos.

Os partidos da oposição exigem a nomeação de outras “personalidades imparciais”, que possuam capacidade para organizar eleições limpas e legítimas.

Para os observadores, este processo eleitoral constitui uma avaliação do papel da Organização das Nações Unidas (ONU) no marco de seu apoio ao processo de fortalecimento das instituições haitianas e também dos discursos oficiais sobre a estabilidade política no Haiti. Analistas defendem que a Comunidade Internacional deve acompanhar a legitimidade e legalidade de todo este processo. No entanto, os representantes da missão da ONU no Haiti são muito criticados por enviar informações errôneas sobre o processo de estabilidade no país para a opinião internacional e por ser cúmplice de um processo que não apresenta nenhum indício de valores democráticos.

ORIGINAL

POLÍTICA INTERNACIONAL – Boicot del proceso electoral en Haití por los partidos políticos opositores

En una declaración común varias organizaciones políticas de la oposición haitiana como la  Plataforma de los Patriotas Haitianos y la Plataforma Alternativa que tienen afiliados los principales partidos políticos  entre los más importantes  abandonan el proceso electoral legislativo previsto para febrero y marzo del 2010 para exigir la  dimisión de todos los miembros del tribunal electoral. Hay que recordar que este tribunal en Junio de este ano acaba de organizar elecciones parciales  con la más baja tasa de participación de los últimos 50 anos (5%) y denunciadas por ser fraudulentas por su mismo Ex Vicepresidente, Sr.  Rodoll Pierre.

El tribunal había reportado una operación para entregar un número a cada partido después de vivas contestaciones en contra de la atribución del número 1 a la Plataforma Presidencia  en una operación fraudulenta y carente de la mas mínima transparencia. Tenemos que mencionar, el  numero 1 tiene un valor marketing importante para los diferentes agrupaciones políticas.

Los partidos opositores reclaman la nominación de manera concertada de otras personalidades imparciales en el tribunal que tienen la  capacidad para organizar elecciones limpias y legítimas.

Para los observadores,   este proceso electoral constituye,  una vez más, una evaluación  del papel de la Naciones Unidas en el marco de su apoyo al  proceso de fortalecimiento de las instituciones y también de los discursos oficiales  acerca de la estabilidad política.  Los observadores abogan por un acompañamiento de la comunidad internacional  a la legitimidad y legalidad del proceso. Sin embargo, los representantes de la misión de las naciones unidas  son muy criticados por mandar informaciones erróneas en la opinión internacional acerca del proceso de estabilidad en Haiti y por hacerse cómplice de un proceso que no presenta ningún indicio con los valores democráticos.

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Jean Garry - Porto Príncipe (Haiti)

De nacionalidade haitiana, é formado em Marketing pela Universidad Interamericana de Santo Domingo, possui Pós-Graduação em Gestão de Projetos Sociais pela Universidad Autónoma de Santo Domingo e Mestrado em Economia pela Universidad Internacional de Andalucía (Espanha). É graduado no Curso de Gerenciamento Social do Instituto de Desenvolvimento Social (INDES) do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) em Washington, e do curso Gestão Estratégica do Desenvolvimento Social e Regional da Comissão Econômica para América Latina (CEPAL) em Santiago do Chile. Tem experiência como Gerente de Marketing em diversas empresas privadas e trabalhou como consultor em Desenvolvimento Comunitário do Ministério de Obras Públicas do Haiti e em diversos projetos de desenvolvimento.

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