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Brasil planeja melhorar imagem do país na China para atrair investimentos

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Desde março de2009, aChina é o principal parceiro comercial do Brasil, superando os Estados Unidos. Entre 1998 e 2008, as exportações brasileiras para aquele país passaram de US$ 904,9 milhões, em 1998, para US$ 16,403 bilhões, em 2008.

 

Mesmo com a crise financeira e econômica global, a tendência positiva não só se manteve como se acentuou. Durante o primeiro semestre de 2009, pior período da desaceleração mundial, as vendas brasileiras para os chineses cresceram 41,1%, em valores, e 55,9%, em volume.

Esse crescimento das exportações vem sendo constante e para melhorar ainda mais o desempenho, o governo brasileiro gastará até R$ 80 milhões para promover uma imagem adequada no território chinês. Segundo informações da Agência Brasil, a estratégia consistirá em reforçar a imagem de um país moderno, com instituições sólidas e com legislação ambiental eficiente.

De acordo com a APEX (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), um estudo de prospecção de mercado feito em 52 cidades chinesas detectou potencial para a ampliação das vendas dos seguintes setores: alimentos, bebidas, máquinas, equipamentos, construção civil e moda de alto luxo, além dos tradicionais produtos de menor valor agregado como carne, cereais e minérios.

Entre os produtos com maior potencial de contribuírem para o crescimento das nossas exportações para a China estão aviões e suas partes, produtos metalúrgicos, componentes para calçados, papel e celulose.

O Brasil também deverá se apresentar na Expo Xangai e estima-se que receberá até dois milhões de visitantes. O espaço usado na exposição também será utilizado para a divulgação da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016 (caso o Rio de Janeiro seja escolhido como sede da competição), com o intuito de fomentar o investimento direto de capita externo no país.

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Daniela Alves - Analista CEIRI - MTB: 0069500SP

Mestre em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Bacharel em Relações Internacionais, jornalista e Especialista em Cooperação Internacional. Atualmente é CEO do Centro de Estratégia, Inteligência e Relações Internacionais (CEIRI) e Editora-Chefe do CEIRI NEWSPAPER. Vencedora de vários prêmios nacionais e internacionais da área dos Direitos Humanos. Já palestrou em várias cidades e órgãos de governo do Brasil e do Mundo sobre temas relacionados a profissionalização da área de Relações Internacionais, Paradiplomacia, Migrações, Tráfico de Seres Humanos e Tráfico de órgãos. Trabalhou na Coordenadoria de Convênios Internacionais da Secretaria Municipal do Trabalho de São Paulo e na Assessoria Técnica para Assuntos Internacionais da Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho do Governo do Estado de SP. Atuou como Diretora Executiva Adjunta e Presidente do Comitê de Coordenação Internacional da Brazil, Russia, India, China, Sounth Africa Chamber for Promotion an Economic Development (BRICS-PED).

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