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Candidatos opositores pedem anulação das eleições no Haiti

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No marco de uma entrevista coletiva, doze candidatos firmaram uma declaração na qual denunciam as fraudes e irregularidades que caracterizaram o processo eleitoral [no Haiti] e pedem a anulação dos comícios financiados em grande parte por aportes internacionais. As organizações destas eleições tiveram um custo de mais de 29 milhões de dólares.

É importante recordar que muitos setores da população boicotaram estes comícios por terem considerado que o “Tribunal Eleitoral” não tinha objetividade e trabalhava para facilitar a vitória dos candidatos do partido oficial. Neste período, nem o governo, nem a comunidade internacional faziam caso das denúncias de fraudes orquestradas por muitos setores da população na implementação do processo.

Na tarde de domingo, 28 de novembro de 2010, milhares de manifestantes faziam ecos das declarações dos candidatos presidenciais, recorrendo às ruas das principais cidades do país para exigir à renúncia do presidente Preval e a execução judicial dos membro do “Tribunal Eleitoral”. No entanto, o “Presidente do Tribunal Eleitoral” destacou a impossibilidade de anular as eleições, ao considerar que os comícios se desenvolveram dentro da normalidade.

O fracasso deste processo não é somente do governo René Preval, também é um fracasso dos operadores da “Missão das Nações Unidas”, que, ao longo dos últimos meses, não quiseram tomar em conta as preocupações legítimas dos demais setores da sociedade haitiana.

A “Missão das Nações Unidas” e os demais membros da “comunidade internacional” preferiram aliar-se ao governo considerado corrupto do Presidente Preval para realizar estas eleições. Neste sentido, muitos observadores crêem que a “Missão da ONU” e os atores da “comunidade internacional” necessitavam das eleições somente como um símbolo do êxito de suas atividades no país para esconder a falta de resultados no marco da assistência da cooperação internacional, depois de 12 de janeiro. A qualidade das eleições não preocupava tanto os atores internacionais no Haiti que estão imersos na vida pública do país.

ORIGINAL

POLÍTICA INTERNACIONAL – Los candidatos opositores  piden anular las elecciones en Haití

En el marco de una  conferencia colectiva doce candidatos firmaron una declaración en la cual denuncian las fraudes e irregularidades que han caracterizado el proceso electoral y piden la anulación de los comicios financiados en gran parte por aportes internacionales. Las organizaciones de estas elecciones tienen un costo de más 29 millones dólares.

Es importante recordar que  muchos sectores de la población  han boicoteado estos comicios por haber considerado que el tribunal electoral no tenía objetividad y trabajaba para facilitar la victoria de los candidatos del partido oficial. En este tiempo, ni el gobierno, ni la comunidad internacional hacían casos de las denuncias de fraudes eorquestados por muchos sectores  de la población en la implementación del proceso.

En la tarde de este  domingo del 28 de enero del 2010, miles de manifestantes hacían ecos de las declaraciones de los  candidatos presidenciales, recorriendo las calles de las principales ciudades del país para exigir la renuncia  del Presidente Preval y el ajusticiamiento  de los miembros del tribunal electoral. Sin embargo, el presidente  del tribunal electoral  ha destacado  la imposibilidad de anular las elecciones, al considerar que los comicios se han desarrollado dentro de la normalidad.

El fracaso de este proceso no es solamente del gobierno de René Preval, también es un fracaso de los operadores de la misión de las naciones unidas que a largo de los últimos meses no han querido tomar en cuenta las preocupaciones legitimas de los demás sectores de la sociedad haitiana. La misión de las naciones unidas y los dos demás miembros de la comunidad internacional  han preferido aliarse al gobierno corrupto del Presidente Preval para realizar estas elecciones.

En este sentido, muchos observadores creen que la misión de las naciones unidas y los actores de la comunidad internacional necesitaba de las elecciones solamente como un símbolo de éxito de sus actividades en el país para esconder la falta de resultados en el marco de la asistencia de la cooperación internacional después del 12 de enero. La calidad de las elecciones no preocupaba tanto los actores internacionales  en Haití quienes están inmersos en la vida pública  del país.

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Jean Garry - Porto Príncipe (Haiti)

De nacionalidade haitiana, é formado em Marketing pela Universidad Interamericana de Santo Domingo, possui Pós-Graduação em Gestão de Projetos Sociais pela Universidad Autónoma de Santo Domingo e Mestrado em Economia pela Universidad Internacional de Andalucía (Espanha). É graduado no Curso de Gerenciamento Social do Instituto de Desenvolvimento Social (INDES) do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) em Washington, e do curso Gestão Estratégica do Desenvolvimento Social e Regional da Comissão Econômica para América Latina (CEPAL) em Santiago do Chile. Tem experiência como Gerente de Marketing em diversas empresas privadas e trabalhou como consultor em Desenvolvimento Comunitário do Ministério de Obras Públicas do Haiti e em diversos projetos de desenvolvimento.

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