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A “República Popular Democrática da Coréia” (RPDC) se dirigiu ao “Conselho de Segurança da ONU” em busca de apoio para novas investigações sobre o naufrágio do navio sul-coreano.

Pyongyang demonstra sua disposição para resolver o caso de forma pacífica, com uma nova equipe de investigação formada por diversos especialistas, não apenas especialistas estadunidenses e sul-coreanos.  O país, que até então ameaçava iniciar uma guerra e acusava os Estados Unidos e Seul de “tramarem” contra eles, abre a possibilidade para novo diálogo.

Nosso ponto de vista é de que a forma mais razoável de resolver esse incidente é o norte e o sul da Coréia sentarem-se juntos para investigar a verdade“, declarou o embaixador norte-coreano na ONU, Sin Son-ho.

Embora haja a pré-disposição dos norte-coreanos, segundo o porta-voz do “Departamento de Estado” norte-americano, P.J. Crowley, as novas investigações não são necessárias. “Não pensamos que outra investigação seja necessária neste ponto“, declarou.

O pedido ainda está para ser estudado e, dentro do “Conselho de Segurança”, a RPDC tenta ganhar apoio de seu grande aliado histórico, a China, pois este tem poder de veto no Conselho e pode contribuir para a aprovação de novas investigações sobre o incidente.

As intenções norte-coreanas são vistas, para alguns analistas do continente asiático, como um meio de resolver a questão, sem gerar maiores conflitos.

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Fabricio Bomjardim - Analista CEIRI - MTB: 0067912SP

Bacharel em Relações Internacionais (2009) e técnico em Negociações Internacionais (2007) pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM). Atua na área de Política Econômica com foco nos países do sudeste e leste asiático, sendo referência em questões relacionadas a China. Atualmente é membro da Júnior Chamber International Brasil-China, promovendo as relações sócio-culturais sino-brasileiras em São Paulo e Articulista da Revista da Câmara de Comércio BRICS. Também atuou como Consultor de Câmbio no Grupo Confidence.

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