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Coréia do Norte está altamente vulnerável à uma crise alimentar

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A “Organização das Nações Unidas” (ONU) anunciou no dia 25 de março que mais de 6 milhões de pessoas na Coréia do Norte necessitam de ajuda alimentar urgente, devido às quedas na produção agrícola doméstica, nas importações de comida e na ajuda internacional.

Em um relatório, três Agências da ONU afirmaram que o sistema público norte-coreano de distribuição de alimentos vai ficar sem mercadorias no começo da estação de entressafra, que vai de maio a julho.

Os representantes das Agências visitaram a Coréia do Norte por um mês, entre fevereiro e março, e detectaram que o país sofreu uma série de choques nos últimos meses, ficando “altamente vulnerável a uma crise alimentar” de grande proporção.

De acordo com analistas, o relatório deve aumentar a pressão pela retomada da ajuda alimentar internacional ao país num momento em que prevalece o impasse com o Ocidente por causa do programa nuclear norte-coreano e acusações à Coréia do Norte por dois ataques à Coréia do Sul, em 2010.

Por outro lado, esta crise alimentar está fazendo com que a Coréia do Norte retome as negociações sobre o seu “programa de enriquecimento de urânio”, pois sabe que esta será a forma mais viável para conseguir ajuda internacional neste problema.

Em Nota de autoria de Daniela Alves, publicada no site do CEIRI, no dia 16 de março, com o título, “A Coréia do Norte está disposta a retomar as negociações sobre o seu programa de enriquecimento de urânio”, já havia sido informado esta possibilidade.

Segue a citação: “A Coréia do Norte afirmou (…), dia 15 de março, ao vice-ministro russo das Relações Exteriores, Alexandre Borodavkin, que está disposta a debater seu programa de enriquecimento de urânio, em negociações com a Coréia do Sul, Estados Unidos, China, Japão e Rússia, derrubando, assim, uma das barreiras que impedem a retomada do processo de diálogo internacional para o desarmamento nuclear”.

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Daniela Alves - Analista CEIRI - MTB: 0069500SP

Mestre em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Bacharel em Relações Internacionais, jornalista e Especialista em Cooperação Internacional. Atualmente é CEO do Centro de Estratégia, Inteligência e Relações Internacionais (CEIRI) e Editora-Chefe do CEIRI NEWSPAPER. Vencedora de vários prêmios nacionais e internacionais da área dos Direitos Humanos. Já palestrou em várias cidades e órgãos de governo do Brasil e do Mundo sobre temas relacionados a profissionalização da área de Relações Internacionais, Paradiplomacia, Migrações, Tráfico de Seres Humanos e Tráfico de órgãos. Trabalhou na Coordenadoria de Convênios Internacionais da Secretaria Municipal do Trabalho de São Paulo e na Assessoria Técnica para Assuntos Internacionais da Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho do Governo do Estado de SP. Atuou como Diretora Executiva Adjunta e Presidente do Comitê de Coordenação Internacional da Brazil, Russia, India, China, Sounth Africa Chamber for Promotion an Economic Development (BRICS-PED).

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