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Economia asiática com expectativas de recuperação

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Os países asiáticos vêm sofrendo altos e baixos em suas economias. Como exemplo, o Japão, que está em processo de reformulação de seus gabinetes e, ontem, dia 15 de setembro, teve confirmada a continuidade de Hirohisa Fujii, como ministro das finanças, está acompanhando o anúncio da Japan Airlines de demitir 6.800 pessoas e buscar alianças para se manter no mercado.

 

Apesar desses fatores que denotam uma desestabilização no país, acentuada pela crise econômica internacional e a provisória indefinição política, a bolsa Nikkei de Tóquio obteve resultado positivo, com alta de 0,15 % e 10.217 pontos. Hirohisa Fujii informou que este resultado positivo da bolsa nipônica não deverá interferir na estabilidade ou instabilidade dos mercados asiáticos.

Já a China, desde a semana passada, enfrenta a questão da barreira tarifária imposta pelos Estados Unidos às importações de pneus chineses, ocasionando a queda das exportações do produto.

O impasse com os norte-americanos, no entanto, não afetou “os ânimos” da bolsa de Xangai, que obteve resultado positivo, com um aumento de 0,23%, subindo seus pontos para 3.033. Só não teve maiores ganhos devido ao tufão que atingiu Hong Kong e Macau, o qual fez com que a bolsa de Hong Kong se mantivesse fechada.

O destaque da semana da região asiática foi à alta das bolsas de Taiwan e Coréia do Sul, que tiveram os maiores resultados nos últimos catorze meses. A Bolsa de Seul obteve resultados positivos de 1,13% e 1.653 pontos e a Taiex, bolsa taiwanesa, obteve 1,23%, com 7.346 pontos, superando os resultados regionais.

Dessa forma, a economia asiática demonstra sinais positivos, ainda que tímidos, de recuperação, imprescindível para a re-estabilização da economia global.

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Fabricio Bomjardim - Analista CEIRI - MTB: 0067912SP

Bacharel em Relações Internacionais (2009) e técnico em Negociações Internacionais (2007) pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM). Atua na área de Política Econômica com foco nos países do sudeste e leste asiático, sendo referência em questões relacionadas a China. Atualmente é membro da Júnior Chamber International Brasil-China, promovendo as relações sócio-culturais sino-brasileiras em São Paulo e Articulista da Revista da Câmara de Comércio BRICS. Também atuou como Consultor de Câmbio no Grupo Confidence.

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