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Ruanda vai às urnas hoje, dia 9 de agosto, para escolher seu presidente pela segunda vez, desde o massacre étnico de 1994. Paul Kagame, que voltou do exílio para governar o país após o genocídio que matou 800 mil integrantes das etnias Tutsi e Hutus, concorre à reeleição.

Para o “Banco Mundial”, Ruanda é hoje um dos cinco melhores destinos de investimentos na África. Doadores internacionais elogiam o combate à corrupção que, de acordo com a organização “Transparência Internacional”, é a mais baixa do Leste Africano.

O governo enfrenta acusações de grupos de direitos humanos que indicam que a obsessão pela ordem fez de Ruanda um estado autoritário. Jornais deixaram de circular em abril; um jornalista que criticava o governo foi baleado na cabeça; pré-candidatos da oposição foram presos sob acusação de pregarem a ideologia do genocídio; integrantes da oposição apareceram mortos e o número de pessoas pedindo asilo nos países vizinhos cresceu no início deste ano, alegadamente para fugir de perseguições políticas e por medo de serem alvo de ataques na eleição.

O atual presidente nega qualquer pressão. Em coletiva de imprensa na capital de Ruanda, Kigali, o Presidente afirmou que a perspectiva de vitória é resultado do trabalho do governo e do partido RPF (“Rwandan Patriotic Front” – “Frente Patriótica de Ruanda”). O Partido, segundo ele, está “bem preparado, organizado e apresentando alternativas para resolver os problemas das pessoas”.

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Daniela Alves - Analista CEIRI - MTB: 0069500SP

Mestre em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Bacharel em Relações Internacionais, jornalista e Especialista em Cooperação Internacional. Atualmente é CEO do Centro de Estratégia, Inteligência e Relações Internacionais (CEIRI) e Editora-Chefe do CEIRI NEWSPAPER. Vencedora de vários prêmios nacionais e internacionais da área dos Direitos Humanos. Já palestrou em várias cidades e órgãos de governo do Brasil e do Mundo sobre temas relacionados a profissionalização da área de Relações Internacionais, Paradiplomacia, Migrações, Tráfico de Seres Humanos e Tráfico de órgãos. Trabalhou na Coordenadoria de Convênios Internacionais da Secretaria Municipal do Trabalho de São Paulo e na Assessoria Técnica para Assuntos Internacionais da Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho do Governo do Estado de SP. Atuou como Diretora Executiva Adjunta e Presidente do Comitê de Coordenação Internacional da Brazil, Russia, India, China, Sounth Africa Chamber for Promotion an Economic Development (BRICS-PED).

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