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Europeus criticam Brasil, Índia, China e África do Sul quanto a redução de emissão de gases

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Diplomatas europeus criticaram os grandes emergentes por estarem se recusando a reduzir pela metade suas emissões de gases causadores do efeito-estufa, até o ano de 2050.

Foi informado que os emergentes se opuseram as metas de impor um limite para ser atingido até o ano de 2020, com o objetivo de alcançar o objetivo de reduzir o aquecimento em 2 graus. As criticas foram feitas no dia 2 de dezembro e ontem, dia3, aChina anunciou metas concretas de combate às mudanças climáticas. 

A intenção chinesa é reduzir até o ano de2020 aintensidade das emissões do dióxido de carbono (CO2) por unidade de Produto Interno Bruto (PIB) em40 a45%, relativos aos níveis de 2005.

A Índia também se posicionou e definiu que haverá um corte de até 25% em intensidade de CO2, até o ano de 2020. “Vamos fazer isso independentemente do que sair de Copenhague. É importante para o sustento da vida que todos façamos isso”, disse Jairam Ramesh, ministro indiano do Meio Ambiente. A proposta de redução indiana será em caráter obrigatório no país, confirmou o ministro.

As nações apresentarão suas propostas finais entre os dias 7 e 18 de dezembro, quando será realizada a conferência climática da ONU em Copenhague.

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Fabricio Bomjardim - Analista CEIRI - MTB: 0067912SP

Bacharel em Relações Internacionais (2009) e técnico em Negociações Internacionais (2007) pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM). Atua na área de Política Econômica com foco nos países do sudeste e leste asiático, sendo referência em questões relacionadas a China. Atualmente é membro da Júnior Chamber International Brasil-China, promovendo as relações sócio-culturais sino-brasileiras em São Paulo e Articulista da Revista da Câmara de Comércio BRICS. Também atuou como Consultor de Câmbio no Grupo Confidence.

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