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Evo Morales afirma que Cuba é um exemplo de Direitos Humanos e chama Orlando Zapata de “preso comum”

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O presidente da Bolívia, Evo Morales, declarou que o regime cubano é um exemplo de Direitos Humanos e citou como exemplo comprobatório de sua firmação o fato de Cuba participar do auxílio para vários países do mundo nas áreas da saúde e educação. Especificamente na Bolívia, onde houve colaboração intensa dos cubanos na denominada “Operação Milagre”, em que foram realizadas cirurgias dos olhos e alcançou o número de 500 mil.

Morales segue a linha dos demais bolivarianos da América Latina, que reduzem ou confundem os “Direitos Humanos” com assistencialismo e operações de ajuda humanitária.

No mesmo discurso afirmou que Cuba está em situação difícil devido ao boicote econômico realizado pelos Estados Unidos e fez declaração que causaram espécie aos defensores dos “Direitos Humanos”, quando disse que a o boicote existia a muito tempo antes da morte “do preso comum” Orlando Zapata, preso político que morreu em greve de fome.  

O argumento visa reduzir as ações do regime dos Castros, consideradas violentas pela comunidade internacional, defendendo-as, e inverter o papel, ao afirmar que os bloqueios sofridos pelo país é que são atentados contra os Direitos Humanos.

Acredita-se que tem feito tais afirmações porque deseja ter o controle total sobre o país nas eleições que se aproximam, ao mesmo tempo em que tem buscado formas de adotar medidas restritivas contra qualquer opositor.

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Marcelo Suano - Analista CEIRI - MTB: 16479RS

É Fundador do CEIRI NEWSPAPER. Doutor e Mestre em Ciência Política pela Universidade em São Paulo e Bacharel em Filosofia pela USP, tendo se dedicado à Filosofia da Ciência. É Sócio-Fundador do CEIRI. Foi professor universitário por mais de 15 anos, tendo ministrado aulas de várias disciplinas de humanas, especialmente da área de Relações Internacionais. Exerceu cargos de professor, assessor de diretoria, coordenador de cursos e de projetos, e diretor de cursos em várias Faculdades. Foi fundador do Grupo de Estudos de Paz da PUC/RS, do qual foi pesquisador até o final de 2006. É palestrante da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG-RS), tendo exercido também os cargos de Diretor de Cursos e Diretor do CEPE/CEPEG da ADESG de Porto Alegre. Foi Articulista do Broadcast da Agência Estado e do AE Mercado (Política Internacional), tendo dado assessoria para várias redes de jornal e TV pelo Brasil, destacando-se as atuações semanais realizadas a BAND/RS, na RBS/RS e TVCOM (Globo); na Guaíba (Record), Rádioweb; Cultura RS; dentre vários jornais, revistas e Tvs pelo Brasil. Trabalhou com assessoria e consultoria no Congresso Nacional entre 2011 e 2017. É autor de livros sobre o Pensamento Militar Brasileiro, de artigos em Teoria das Relações Internacionais e em Política Internacional. Ministra cursos e palestra pelo Brasil e no exterior sobre temas das relações internacionais e sobre o sistema político brasileiro.

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