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Guiné-Bissau solicita força de estabilização à comunidade internacional

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Ontem, dia 6 de outubro, em Bruxelas, o chefe do executivo guineense, Carlos Gomes Júnior, confirmou que o presidente da Guiné-Bissau solicitou à comunidade internacional o envio de uma força de estabilização.

Após uma audiência com o presidente da “Comissão Européia” (CE), José Manuel Durão Barroso, o primeiro-ministro Carlos Gomes Júnior, em declarações aos jornalistas, explicou que a presença desta força em solo guineense visa criar condições adequadas para a construção de forças republicanas em seu país.

Para implementar a reforma das “Forças Armadas”, uma exigência dos parceiros internacionais para continuarem a dar apoio à Guiné-Bissau, os governantes necessitam de apoio de uma força internacional que garanta a segurança.

O pedido desta força tem gerado polêmica nas instituições militares, mas elas não se opõem abertamente e declaram dar o seu aval se a decisão for aprovada pelo Parlamento e demais órgãos do Estado.

Na opinião de Barroso, a força internacional, que considerou importante para o restabelecimento da confiança internacional na Guiné-Bissau, deve ser formada por parceiros africanos.

Neste sentido, na recente reunião da “Assembléia Geral das Nações Unidas”, Moçambique manifestou-se disponível para participar de uma missão de estabilização na Guiné-Bissau e responderá positivamente a qualquer pedido neste sentido.

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Daniela Alves - Analista CEIRI - MTB: 0069500SP

Mestre em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Bacharel em Relações Internacionais, jornalista e Especialista em Cooperação Internacional. Atualmente é CEO do Centro de Estratégia, Inteligência e Relações Internacionais (CEIRI) e Editora-Chefe do CEIRI NEWSPAPER. Vencedora de vários prêmios nacionais e internacionais da área dos Direitos Humanos. Já palestrou em várias cidades e órgãos de governo do Brasil e do Mundo sobre temas relacionados a profissionalização da área de Relações Internacionais, Paradiplomacia, Migrações, Tráfico de Seres Humanos e Tráfico de órgãos. Trabalhou na Coordenadoria de Convênios Internacionais da Secretaria Municipal do Trabalho de São Paulo e na Assessoria Técnica para Assuntos Internacionais da Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho do Governo do Estado de SP. Atuou como Diretora Executiva Adjunta e Presidente do Comitê de Coordenação Internacional da Brazil, Russia, India, China, Sounth Africa Chamber for Promotion an Economic Development (BRICS-PED).

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