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Honduras foi aceita de volta por seis dos sete países que discutiam o reintegração dos hondurenhos ao “Sistema de Integração Centroamericana” (SICA). Apenas a Nicarágua se recusou a assinar a declaração que estabelece os plenos direitos aos hondurenhos.

Votaram a favor os demais membros (Guatemala, Belize, El Salvador, Costa Rica, Panamá e República Dominicana) que haviam excluído o país, devido à crise política de 2009, a reboque das declarações e ações da “Organização dos Estados Americanos” (OEA).  Honduras aguarda agora as determinações deste Organismo internacional e dá como certa a sua aceitação, pois fontes do governo de Porfírio Lobo (atual presidente de Honduras) tem informado que já contam com mais de 20 votos favoráveis, sem dizer especificamente quantos são. Sabe-se que são necessários 22 dos 33 signatários para a aprovação da suspensão na OEA.

Das exigências para o restabelecimento de Honduras, o ponto chave é a anistia a Manuel Zelaya, ex-presidente afastado sob acusação de crimes políticos e comuns. Quando Zelaya foi exilado, logo após a ascensão de Porfírio Lobo, em janeiro de 2010, teve a anistia da acusação dos crimes políticos, ficando pendentes os crimes comuns.

Na última semana foi acertado o perdão de cinco das seis acusações de crimes comuns, restando apenas a retirada ilegal de dinheiro do “Banco Central” hondurenho para realizar a consulta popular para modificação da Constituição. Lobo espera que sejam finalizadas em breve as negociações para a regularização da situação internacional de seu país.

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Marcelo Suano - Analista CEIRI - MTB: 16479RS

É Fundador do CEIRI NEWSPAPER. Doutor e Mestre em Ciência Política pela Universidade em São Paulo e Bacharel em Filosofia pela USP, tendo se dedicado à Filosofia da Ciência. É Sócio-Fundador do CEIRI. Foi professor universitário por mais de 15 anos, tendo ministrado aulas de várias disciplinas de humanas, especialmente da área de Relações Internacionais. Exerceu cargos de professor, assessor de diretoria, coordenador de cursos e de projetos, e diretor de cursos em várias Faculdades. Foi fundador do Grupo de Estudos de Paz da PUC/RS, do qual foi pesquisador até o final de 2006. É palestrante da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG-RS), tendo exercido também os cargos de Diretor de Cursos e Diretor do CEPE/CEPEG da ADESG de Porto Alegre. Foi Articulista do Broadcast da Agência Estado e do AE Mercado (Política Internacional), tendo dado assessoria para várias redes de jornal e TV pelo Brasil, destacando-se as atuações semanais realizadas a BAND/RS, na RBS/RS e TVCOM (Globo); na Guaíba (Record), Rádioweb; Cultura RS; dentre vários jornais, revistas e Tvs pelo Brasil. Trabalhou com assessoria e consultoria no Congresso Nacional entre 2011 e 2017. É autor de livros sobre o Pensamento Militar Brasileiro, de artigos em Teoria das Relações Internacionais e em Política Internacional. Ministra cursos e palestra pelo Brasil e no exterior sobre temas das relações internacionais e sobre o sistema político brasileiro.

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