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Iniciam-se os exercícios militares conjuntos entre sul-coreanos e norte-americanos.

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Neste final de semana iniciaram-se as manobras militares conjuntas entre militares norte-americanos e sul-coreanos. Tal atividade terá quatro dias de duração e chamou a atenção da Coréia do Norte e da China.

Seul e Washington iniciaram as atividades com os exercícios navais, como uma forma de alertar a Coréia do Norte sobre o que eles chamam de “comportamento agressivo”.

O “Ministro dos Negócios Estrangeiros da China”, Yang Jiechi, pediu calma na península para evitar um possível conflito armado. “Todas as partes envolvidas devem comprometer-se a garantir a paz e a estabilidade na península coreana”.

O Ministro chinês apelou para que os norte-coreanos voltem para as negociações sobre seu “programa nuclear” e não tomem nenhuma atitude que leve ao aumento das tensões entre estes, os EUA e a Coréia do Sul.

A Coréia do Norte respondeu a tal manobra militar com ameaças diretas do uso de armas nucleares contra quaisquer atitudes tomadas pelos responsáveis pelas manobras no “Mar do Japão”.

O ambiente na península coreana caminha para a guerra e chama a atenção de especialistas na região, que perguntam se, com a atual situação na região, a manobra se faz necessária. Indagam ainda se a “guerra psicológica” travada entre os três Estados não pode ser evitada por meio de uma nova forma de diálogo.

Tais questões tem diversas respostas, sob pontos de vista diferentes. Mas, as perspectivas sul-coreana e norte-americana não têm pontos em comum com as norte-coreanas. Devido a tais divergências, alguns entendem a possível posição chinesa de não entrar diretamente no assunto.

Tal posicionamento tem como base acreditar que possa haver pré-disposição dos envolvidos em ceder ao máximo de suas capacidades para tentar chegar a um consenso, algo que até o presente momento não ocorreu.

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Fabricio Bomjardim - Analista CEIRI - MTB: 0067912SP

Bacharel em Relações Internacionais (2009) e técnico em Negociações Internacionais (2007) pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM). Atua na área de Política Econômica com foco nos países do sudeste e leste asiático, sendo referência em questões relacionadas a China. Atualmente é membro da Júnior Chamber International Brasil-China, promovendo as relações sócio-culturais sino-brasileiras em São Paulo e Articulista da Revista da Câmara de Comércio BRICS. Também atuou como Consultor de Câmbio no Grupo Confidence.

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