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MERCOSUL tem trazido empecilhos para as relações entre Brasil e União Européia

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As pautas das reuniões de cúpula que estão sendo agendadas, reunindo União Européia (UE) e vários países e blocos econômicos excluiu o MERCOSUL de suas prioridades, mas manteve o Brasil na lista das conferências que serão realizadas.

 

A questão que afeta o Brasil diz respeito a como equacionar o problema de negociar em nome do Bloco sul-americano e não em nome de si próprio, sabendo das dificuldades das barreiras comerciais aos produtos industriais europeus que o governo argentino tem imposto.  

Os europeus têm destacado também o fato de não haver coordenação entre os membros do grupo, trazendo insegurança para a assinatura de acordos, para a efetivação de aproximações comerciais e para fazer investimentos no continente. Por essa razão, a prioridade tem sido aproximar-se bilateralmente daqueles países que tem economia equilibrada na região, como é o caso brasileiro.

Na Europa tem sido dito que o problema é a Argentina, que não apenas tem dificultado as negociações, como também tem entrado em confrontos diretos com o Brasil sobre temas específicos do MERCOSUL e, aproveitando-se do fato de o Bloco ser uma União Aduaneira, estar impedindo quaisquer negociações bilaterais entre membros do grupo e demais países do mundo. No entanto, os argentinos estão realizando acordos e aproximações com os chineses, substituindo importação de produtos brasileiros e dificultando às transações comerciais com os uruguaios e os paraguaios.

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Daniela Alves - Analista CEIRI - MTB: 0069500SP

Mestre em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Bacharel em Relações Internacionais, jornalista e Especialista em Cooperação Internacional. Atualmente é CEO do Centro de Estratégia, Inteligência e Relações Internacionais (CEIRI) e Editora-Chefe do CEIRI NEWSPAPER. Vencedora de vários prêmios nacionais e internacionais da área dos Direitos Humanos. Já palestrou em várias cidades e órgãos de governo do Brasil e do Mundo sobre temas relacionados a profissionalização da área de Relações Internacionais, Paradiplomacia, Migrações, Tráfico de Seres Humanos e Tráfico de órgãos. Trabalhou na Coordenadoria de Convênios Internacionais da Secretaria Municipal do Trabalho de São Paulo e na Assessoria Técnica para Assuntos Internacionais da Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho do Governo do Estado de SP. Atuou como Diretora Executiva Adjunta e Presidente do Comitê de Coordenação Internacional da Brazil, Russia, India, China, Sounth Africa Chamber for Promotion an Economic Development (BRICS-PED).

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