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México deverá reorientar estratégia de relações comerciais

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A Comissão Econômica para América Latina e o Caribe (CEPAL), organismo das Nações Unidas, divulgou no relatório “A inserção internacional da América Latina e Caribe”, que as exportações do México deverão cair em 22% por sua alta dependência com relação aos Estados Unidos da América (EUA).

 

Segundo as informações divulgadas, as exportações mexicanas terão este ano uma das maiores quedas entre os países da América Latina e Caribe.

Os técnicos da CEPAL alertam que o México deve aumentar suas relações com os latino-americanos, como já está fazendo, e reorientar suas relações com a Ásia, em especial com a China, país para o qual vende pouco e de quem compra muito.

O governo mexicano aposta em sua relação com o Brasil como plataforma para os demais mercados latino-americanos. No início de agosto, em visita oficial ao Brasil, o presidente Felipe Calderón e o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, assinaram diversos acordos para intensificar as relações comerciais bilaterais, como alternativas para reduzir a dependência da economia mexicana do intercâmbio com os EUA.

A nova estratégia de relações comerciais do México deverá se orientar também a China, na medida em que este país apresenta demanda significativa de produtos básicos, já sendo o primeiro destino das exportações do Brasil e Chile; o segundo da Argentina, da Venezuela, da Costa Rica e Cuba. Com relação ao México, os chineses compõem o quinto mercado, demonstrando que muito ainda pode ser feito.

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Daniela Alves - Analista CEIRI - MTB: 0069500SP

Mestre em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Bacharel em Relações Internacionais, jornalista e Especialista em Cooperação Internacional. Atualmente é CEO do Centro de Estratégia, Inteligência e Relações Internacionais (CEIRI) e Editora-Chefe do CEIRI NEWSPAPER. Vencedora de vários prêmios nacionais e internacionais da área dos Direitos Humanos. Já palestrou em várias cidades e órgãos de governo do Brasil e do Mundo sobre temas relacionados a profissionalização da área de Relações Internacionais, Paradiplomacia, Migrações, Tráfico de Seres Humanos e Tráfico de órgãos. Trabalhou na Coordenadoria de Convênios Internacionais da Secretaria Municipal do Trabalho de São Paulo e na Assessoria Técnica para Assuntos Internacionais da Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho do Governo do Estado de SP. Atuou como Diretora Executiva Adjunta e Presidente do Comitê de Coordenação Internacional da Brazil, Russia, India, China, Sounth Africa Chamber for Promotion an Economic Development (BRICS-PED).

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