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A comunidade internacional está preocupada com a situação no Japão e o mundo está enviando auxílio para trabalhar no resgate dos atingidos e na recuperação do país. Os números de mortos estão aumentando, apesar de  o Japão ser um dos países mais preparados para enfrentar situações de desastres como a que está vivendo.

A tragédia começou com o terremoto que, segundo as últimas notícias, alcançou o nível 9 da “Escala Richter” (progressão logarítmica), seguida do Tsuname, o qual, de acordo com informações também divulgadas na imprensa, já gerou aproximadamente 1800 mortos, e está vivendo a situação das explosões e vazamentos em usinas nucleares.

A explosão da “Usina Fukushima I” está sendo considerada a terceira pior já ocorrida, (atingiu o nível 4), atrás de “Three Mile Island” (nos EUA, com Nível 5 – em 1979) e Chernobyl (na Rússia, com Nível 7 – em 1986), produzindo contaminação que atingiu a região de Kamchatka, no extremo oriente da Rússia, próxima ao norte do Japão.

Os governos dos países vizinhos estão acelerando o auxílio aos japoneses, não apenas devido a questão humanitária, mas pelos receios dos desdobramentos da tragédia. A China enviou uma equipe de resgate para o nordeste do Japão, área mais afetada, com o objetivo de auxiliar nos trabalhos de localização de sobreviventes e tentar garantir um mínimo de infra-estrutura para geração de energia e comunicações.

Além disso, ofereceu como ajuda imediata um milhão de yuans (aproximadamente, 152.095,88 dólares norte-americanos). Até o momento, 69 países e cinco organizações internacionais estão se prontificando a enviar auxílio.

Além do abalo causado pelas perdas humanas, analistas econômicos estão preocupados com as conseqüências da tragédia para a economia internacional. A China, por exemplo, é uma das grandes parceiras comerciais dos japoneses e sua economia tem relação intensa com a do Japão, razão pela qual se acredita que os efeitos da catástrofe atinjam toda a comunidade internacional, em maior ou menor grau.

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Fabricio Bomjardim - Analista CEIRI - MTB: 0067912SP

Bacharel em Relações Internacionais (2009) e técnico em Negociações Internacionais (2007) pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM). Atua na área de Política Econômica com foco nos países do sudeste e leste asiático, sendo referência em questões relacionadas a China. Atualmente é membro da Júnior Chamber International Brasil-China, promovendo as relações sócio-culturais sino-brasileiras em São Paulo e Articulista da Revista da Câmara de Comércio BRICS. Também atuou como Consultor de Câmbio no Grupo Confidence.

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