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O Presidente dominicano aposta em uma desmilitarização de sua fronteira com o Haiti

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No marco de sua visita à França para fortalecer a cooperação da [República Dominicana com este país] e falar do Haiti com seus interlocutores, o chefe de Estado dominicano, Leonel Fernandez declarou que pediu para desmilitarizar sua fronteira com o Haiti. O mandatário disse que foi rechaçada categoricamente esta demanda, sem precisar a fonte e as circunstâncias desta demanda e a medida se insere dentro das faculdades do governo dominicano para regular a sua segurança interior. Haiti e a República Dominicana compartilham mais de 380 Kilômetros quadrados de fronteira.

O governo dominicano dispõe de uma força policial em sua fronteira com o Haiti com duplo objetivo: limitar o crescente comércio do narcotráfico, proveniente da Colômbia, entre os dois países e neutralizar a passagem de haitianos clandestinos em busca de melhores condições de vida.

Em meses anteriores, um membro influente do partido oficial, Partido da Libertação dominicana, revelou à imprensa que, [no entanto], a França, o Canadá e os Estados Unidos se posicionam sempre por uma unificação da ilha. O dirigente agrega que pressões foram feitas sobre o ex-presidente, [agora] falecido para [que unificasse]  a ilha.

O presidente Fernandez disse que a França fez a proposta de uma aliança tripartite: França, Haiti e República Dominicana para gerir conjuntamente os projetos e os recursos comuns que têm que facilitar o desenvolvimento social e econômico do Haiti. Paralelamente, o mandatário defende uma presença das Nações Unidas no Haiti, para fortalecer o processo de Paz e estabilidade política. É importante destacar que Leonel Fernandez é muito criticado por diversos setores no Haiti, que vêem em suas declarações uma falta de consideração com a soberania do povo haitiano.

 

ORIGINAL

POLÍTICA INTERNACIONAL El Presidente dominicano opuesta a una desmilitarización de su frontera con Haití

En el marco de su visita en Francia para fortalecer la cooperación de su país con Francia y hablar de Haití con sus interlocutores, el jefe del Estado dominicano, Leonel Fernández declara que se le ha pedido de desmilitarizar su frontera con Haití.  El mandatario dijo que ha rechazado categóricamente esta demanda sin precisar la fuente y las circunstancias de esta demanda y agrega que esta medida se enmarca dentro de las facultades del gobierno dominicano para regular su seguridad interior.  Haití y la Republica Dominicana comparte mas de 380 Kilómetros cuadrados de Frontera.

El gobierno dominicano manda una fuerza especial en su frontera con Haití con un doble objetivo: limitar  el creciente comercio del narcotráfico proveniente de Colombia entre los dos países y contrarrestar el pasaje de haitianos clandestinos  en búsqueda de mejores condiciones de vida. 

En meses anteriores, un miembro influyente  del partido oficial, Partido de la liberación Dominicana, ha revelado a la prensa que Francia, Canadá y Estados Unidos se posicionan siempre por una unificación de la Isla. El dirigente agrega que presiones han sido ejercidas sobre el ex presidente fallecido para unificar la Isla.

El Presidente Fernández dijo que Francia hace la propuesta de una alianza tripartita: Francia, Haití y Republica Dominicana, para gestionar conjuntamente los proyectos y los recursos comunes que tienen que facilitar el desarrollo social y económico de Haití. Paralelamente el mandatario aboga por una presencia de las naciones Unidas en Haití para fortalecer el proceso de Paz y la estabilidad política. Es importante destacar que Leonel Fernández  es muy criticada por diversos sectores en Haití que ven en sus declaraciones una falta de consideración a la soberanía del pueblo haitiano.

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Jean Garry - Porto Príncipe (Haiti)

De nacionalidade haitiana, é formado em Marketing pela Universidad Interamericana de Santo Domingo, possui Pós-Graduação em Gestão de Projetos Sociais pela Universidad Autónoma de Santo Domingo e Mestrado em Economia pela Universidad Internacional de Andalucía (Espanha). É graduado no Curso de Gerenciamento Social do Instituto de Desenvolvimento Social (INDES) do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) em Washington, e do curso Gestão Estratégica do Desenvolvimento Social e Regional da Comissão Econômica para América Latina (CEPAL) em Santiago do Chile. Tem experiência como Gerente de Marketing em diversas empresas privadas e trabalhou como consultor em Desenvolvimento Comunitário do Ministério de Obras Públicas do Haiti e em diversos projetos de desenvolvimento.

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