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Durante o encontro entre o presidente norte-americano, Barack Obama, e o líder espiritual tibetano, o Dalai Lama, Obama realizou comentários pró Tibete, fato que desagradou o governo da China.

O presidente dos EUA afirmou que apóia preservar a religião, a cultura, o idioma do Tibete, bem como a luta pela garantia dos direitos humanos na região. Segundo Liu Hongji, Vice-Diretor do “Instituto de Estudos Sobre o Tibete Contemporâneo”, ligado ao “Centro de Pesquisa de Tibetologia da China”, a comunidade internacional não apóia a “independência tibetana” e o Dalai Lama está usando os temas da religião, da cultura, do idioma e a reivindicação dos direitos humanos no Tibete como pretextos para as atividades e propostas separatistas.

Liu apresentou dados de que só no ano de 2009, o grupo do Dalai Lama apontou uma despesa anual de U$ 20 milhões, sendo que, destes, U$ 16,8 milhões foram concedidos pelo orçamento exclusivo do governo norte-americano. Para o especialista chinês, o orçamento para o ano de 2010 poderá ainda ser bem superior ao do ano fiscal de 2009.

O encontro entre Barack Obama e Dalai Lama foi motivo de insatisfação do governo chinês. Este expressou sua indignação e revolta em todos os meios de comunicação oficiais e também em uma carta oficial entregue à embaixada norte-americana na China. 

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Fabricio Bomjardim - Analista CEIRI - MTB: 0067912SP

Bacharel em Relações Internacionais (2009) e técnico em Negociações Internacionais (2007) pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM). Atua na área de Política Econômica com foco nos países do sudeste e leste asiático, sendo referência em questões relacionadas a China. Atualmente é membro da Júnior Chamber International Brasil-China, promovendo as relações sócio-culturais sino-brasileiras em São Paulo e Articulista da Revista da Câmara de Comércio BRICS. Também atuou como Consultor de Câmbio no Grupo Confidence.

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