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OBAMA MATÉM 45% DE APROVAÇÃO DO ELEITORADO NORTE-AMERICANO, BUSCANDO ADAPTAR O PROJETO “DEMOCRATA” COM AS DIFICULDADES CONJUNTURAIS DOS EUA

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Os jornais norte-americanos estão apontado que o presidente dos EUA, Barack Obama, mantém as chances de ser reeleito presidente do país em 2012, apesar da queda de sua popularidade ao longo dos dois primeiros anos de governo.

Os dados informados são de que ainda preserva 45% de aprovação. Índice significativo, apesar de ser o mais baixo obtido desde que assumiu à “Presidência” e de a maioria dos eleitores afirmarem não acreditar que a economia estadunidense melhorará no próximo ano. Dois terços dos entrevistados estão pessimistas.

 

Mesmo com essas perdas, na pesquisa divulgada pelo “Wall Street Journal”, Obama venceria hoje uma disputa contra virtuais candidatos. Contra o antigo governador do Massachussets, Mitt Romney, que foi uma anterior nomeação “republicana”, apresenta vitória de 47% contra 40%. Venceria com folga mais expressiva uma disputa contra John Thune, conseguindo 47% contra 27% e, se enfrentasse?a ex-governadora do Alasca, Sarah Palin, a diferença aumentaria um pouco mais, mostrando 55% para Obama, contra 33% de Palin.

Analistas estão perguntando as reais possibilidades do atual presidente; a razão de ainda garantir parcela significativa do eleitorado, possibilitando-lhe a reeleição se ela ocorresse hoje; e o que pode fazer para se manter à frente de todos.

Os resultados da pesquisa foram animadores tendo em vista o momento complicado, pois o seu Partido, o “Democrata”, sofreu um revés nas eleições legislativas de 2 de novembro, perdendo a maioria na “Câmara dos Representantes” (correspondente no Brasil à “Câmara dos Deputados”) e reduzindo o número no Senado.

Vários observadores afirmavam que o mandatário havia perdido apoio por não ter conseguido cumprir suas promessas de campanha, tanto em política externa, como internamente. Outros analistas, contudo, afirmam o contrário. Obama perseguiu suas promessas, sendo pressionado pela conjuntura e obrigado a postergar parte do planejamento, uma vez que a realidade política assim o obrigou.

Afirmam que trabalhou para a execução de todas as suas propostas de campanha, conseguindo parte delas, embora ainda estejam submetidas às negociações. Foi o caso da aprovação da polêmica “Lei da Saúde”, pela qual pretende fazer com que todo norte-americano tenha um “seguro saúde”, até 2014. O objetivo é ampliar o atendimento médico no país, que ainda não é universal.

Até o presente, tinha conseguido vencer todos os embates jurídicos lançados contra a Lei, porém, perdeu na Virgínia, em Richmond, onde o juiz Henry Hudson, concluiu, no dia 13 de dezembro, que a medida é inconstitucional, pois, em sua essência, ela confere ao “Estado Federal” uma condição de desrespeito aos “Estados” da Federação, o que fere a “Constituição

Isto ficaria tipificado neste caso da “Reforma da Saúde”, pois “nem a Suprema Corte, nem as cortes de apelação federais ampliaram os poderes constitucionais [do Estado federal] de forma a constranger as pessoas individuais a se engajarem contra sua vontade em uma atividade comercial ao adquirir um serviço privado”.

Ou seja, além de haver o desrespeito às relações entre as instâncias governamentais do país, a Lei obriga alguém a consumir algo, o que também contraria os direitos constitucionais dos norte-americanos. São dois pontos contrários à “Constituição”.

O Governo federal recorrerá, já que a “reforma no sistema de saúde” do país se configura numa das vitórias mais importantes de Obama. É uma discussão que se estende faz, aproximadamente, 100 anos, tendo vários líderes democratas buscado implantá-la, contextualizada em suas épocas, sem conseguir sucesso, como foi o caso de Theodore Rossevel (Presidente de 1901-1909) e Bill Clinton (1993-2001).

No momento, o problema diz respeito a algumas questões chaves. Segundo analistas, ela pode ser realmente um instrumento para obrigar o consumidor a adquirir um produto, conforme dito anteriormente. No entanto, o Governo discorda desta conclusão, declarando que apenas visa estender o serviço de saúde a 32 milhões de cidadãos que não tem acesso ao Sistema. Ademais, afirma ainda que o direito de escolha se manterá para aqueles que já tem seguro.

A questão que tem trazido muitas preocupações, ou críticas, diz respeito aos custos que isso representa, pois, segundo os políticos e líderes republicanos, serão acrescentados US$ 940 bilhões em gastos ao cofres públicos, uma vez que, de acordo coma proposta, as pessoas sem condições de pagar por um Plano terão subsídios do Governo federal.

Além disso, várias personalidades afirmam que a Reforma apresenta um conteúdo socialista que prejudicará a dinâmica do modelo econômico norte-americano, levando a que, além da elevação dos encargos públicos, seja criado um vício de origem que poderá ser difícil de frear no futuro.

O problema para Obama é nevrálgico. Ele precisa garantir a Reforma para manter a credibilidade que detém em parte significativa da população, além de conseguir mostrar ao “Partido Democrata” que continua em busca do cumprimento de sua plataforma de governo, a qual segue as diretrizes partidárias. Após a decisão do Juiz da Virgínia, os trâmites legais seguirão, sabendo-se que haverá decisão final da “Suprema Corte dos EUA”, onde uma derrota poderá destruir os planos do Presidente, por isso seus esforços redobrarão.

Outra questão significativa neste momento para explicar a preservação dos 45% de aceitação do eleitorado é a aprovação no Congresso da extensão dos cortes de impostos por mais dois anos, com vitória na “Câmara dos Representantes”, apresentando votação de 277 pró e 148 contra, e no Senado, com 81 votos a favor e 19 contra.

Ela acabou se tornando uma vitoria pessoal de Obama, embora represente a renúncia de uma das propostas da sua plataforma eleitoral. A medida havia sido aplicada no governo de George W. Bush e se encerraria em dezembro deste ano (2010). A contrapartida para a manutenção da redução dos impostos aos 3% mais ricos da população, foi aplicar o mesmo pacote a todo contribuinte do país.

Como a extensão dos cortes fiscais manteve os benefícios aos mais ricos da sociedade, cujo cancelamento era promessa de Obama e ponto essencial do segmento mais combativo do “Parido Democrata”, considerou-se na ala mais à esquerda deste partido que foi uma derrota do Presidente, mas ele conseguiu, juntamente com seguimento importante dos “democratas”, que os ganhos se estendessem à classe média e estivessem incluídos por 13 meses benefícios aos desempregados, no caso o “seguro desemprego”, favorecendo 2 milhões de pessoas.

O projeto também evita um aumento no imposto sobre ganhos de capital de dividendos, fornece um novo alívio tributário para estudantes, para famílias que trabalham e para empresas. Também reduziu a parcela patronal do imposto de “Seguridade Social”, caindo de 6,4% para 4,2% (o que atinge o pequeno e médio empresário), e concedeu crédito tributário para empresas investidoras em programas de pesquisa e desenvolvimento.

Ou seja, a questão da extensão dos corte de impostos mostrou-se parte de um projeto maior de incentivo a economia norte-americana, atingindo toda a sociedade. Por isso, conseguiu evitar que ela fosse reduzida a uma questão de beneficiar ou não os ricos, elevando-a à categoria de uma discussão  sobre as condições para o aquecimento econômico dos EUA.

Com isso, Obama está recebendo contraposição apenas dos mais combativos dos “democratas”, mas conseguiu manter o apoio de grande parte dos outros membros do partido, bem como negociar com os republicanos, realizando uma engenharia política que poderá ser vitoriosa, já que lhe dará tempo para recuperar o apoio perdido até o momento.

Os especialistas acreditam que a aprovação do “Pacote” significará uma injeção de recursos na economia do país, na casa dos 858 bilhões de dólares, algo positivo em curto prazo, mas difícil de ser equacionado em médio e longo prazo, caso o governo não presente outra fórmula, agora para cortar os gatos públicos, pois se prevê também o aumento do déficit orçamentário do país, que é de 1,3 trilhão de dólares.

Este problema explica a preocupação com a “reforma da saúde”, apesar de, em si, ela ser positiva, bem como com os gastos com a “política externa” e de defesa do país, fazendo emergir as razões das reformulações das estratégias norte-americanas para a Ásia, Oriente Médio, Europa, Rússia e os recentes destaques em relação as retiradas de tropas do Iraque e Afeganistão.

Obama também realizou um “pacto” com altos executivos em reunião realizada com  representantes de vinte grandes empresas estadunidenses, recompondo as relações com o setor corporativo, agora que conseguiu conversar com os políticos “republicanos” na questão dos cortes fiscais. Estes seriam os políticos que naturalmente obteriam apoio dessas corporações. Ou seja, está realizando uma manobra para anular lideranças importantes do “Partido Republicano” ao fazer estes  contatos com o setor empresarial.

Dentre as grandes empresas, estavam presentes a “General Electric”, Intel, Boeing, “American Express”, UPS, “Cisco System”, “McGraw-Hill”, “Honeywell Internacional” e Google. Solicitou aos seus representantes que façam empreendimentos e apresentem idéias que possam auxiliar na geração de empregos, evitando que o país entre numa segunda recessão.

Nas palavras de Obama, “Estou procurando extrair as boas idéias deles. Mas, definitivamente, vou falar com eles sobre como criar mais empregos. (…). A questão mais importante em uma idéia econômica não é se ela é politicamente boa no curto prazo ou se é republicana ou democrata. O importante é se vai ajudar a estimular os empregos e o crescimento”.

Estrategicamente, também deseja ter um grupo forte que o aconselhe sem posicionamento político ou partidário para “encontrar novas formas de impulsionar a contratação, pôr os norte-americanos de volta a trabalhar e andar em frente com a economia”.

Ao que tudo indica eles entenderam a proposta e se mostraram dispostos a apoiar o Governo, opinando sobre a equipe de Obama, como foi o caso de Terry McGraw, chefe da “MacGraw-Hill”, solicitando uma equipe mais forte na área econômica, e de Dave Cote, presidente da “Honeywell Internacional”, o qual afirmou que “foram ditas coisas por ambos os lados que não devem eliminar a oportunidade de trabalharmos juntos. Essa é a nossa chance de criarmos uma economia mais vibrante”.

Internamente, Obama está trabalhando para garantir o equilíbrio em outras questões que estão recebendo menos atenção da mídia, mas que não são menos problemáticas, nem menos polêmicas, as quais, embora sejam bandeiras comuns dos “democratas”, foram assumidas pessoalmente por ele e podem representar ganhos particulares, trazendo capital político importante para sua reeleição.

Na quinta-feira, dia 17 de dezembro, o governo anunciou que a “Comissão Presidencial para o Estudo de Questões Bioéticas” “concluiu que a biologia sintética é capaz de feitos significativos, mas limitados, com riscos limitados“, acrescentando que “os desenvolvimentos futuros podem despertar novas objeções, mas a Comissão não encontrou razões para endossar regulações federais adicionais ou uma moratória no trabalho neste campo por enquanto”. O significado disso é que a “Casa Branca” deu seu aval para as pesquisas e desenvolvimentos de projetos da área.

Outra questão foi a abolição da Lei apelidada de “Don’t Ask, Don’t Tell” (“Não pergunte, não diga”.), de 1993, que proíbe os militares de declarar sua orientação sexual publicamente. Muitos analistas estão afirmando que é a revogação de uma Lei que obriga um cidadão a mentir sobre sua condição e, por isso, além de muitas vezes ter sido interpretada como inconstitucional, é vista como contraditória, trazendo questionamentos jurídicos e morais com reflexos maiores para a sociedade que a própria questão acerca da presença ou não de homossexuais nas “Forças Armadas

Embora saiba que ainda é necessária a aprovação no Senado, o presidente Obama declarou após o resultado da “Câmara dos Representantes”:  “ao pôr fim Don’t Ask, Don’t Tell a nossa nação vai deixar de ter negado o contributo de milhares de americanos patrióticos obrigados a deixar o Exército, apesar de anos de desempenho exemplar, porque por acaso eram gays. E muitos milhares deixarão de ter de viver uma mentira para servirem o país que amam”. Teve o cuidado ainda de declarar que haverá uma transição, pois passará por um processo que “permitirá uma abolição responsável e sem problemas” e assim será garantido que “se mantenha a ordem e a disciplina em nossas fileiras”.

O seu posicionamento gerará debates intensos, mas indica que o presidente visa manter suas propostas da plataforma eleitoral e, apesar de ser obrigado a negociar neste momento com o “Partido Republicano”, cedendo em muitas questões, permanece em sintonia com o seu partido.

Em termos de “Política Externa”, o presidente Obama também está buscando formas de preservar um frágil equilíbrio para não perder apoio da sociedade, manter os compromissos assumidos no cenário internacional, bem como as propostas eleitorais que estão emperradas, graças a certos condicionamentos da realidade global e da atual organização do sistema internacional.

Dentre as várias questões de política externa, esteve em relevo na última semana a “revisão da estratégia militar dos EUA no Afeganistão”. Foi divulgado que o país manterá a proposta de retirada das tropas a partir de 2011, uma vez que considera que os principais focos do Talibã foram controlados, mas deixou claro que ela deve ser gradual, uma vez que ainda é necessária uma fase de transição para que o Governo afegão e as “tropas regulares” deste país assumam total controle dentro numa situação estável, que tenha eliminado os riscos do terrorismo.

As conquistas militares e políticas conseguidas até agora foram importantes, mas não chegaram a destruir totalmente a estrutura da resistência talibã, bem como a “Al-Qaeda”. Dentro da nova estratégia, está a proposta do envolvimento maior do Paquistão, que anteriormente havia dado apoio aos Talibãs.

Os informes são de que a “Al-Qaeda” dentro do Paquistão está fragilizada e, por isso, é o momento de acentuar o combate, mas este deve ser feito de maneira a evitar que isso se reflita em mais deslocamento de tropas estadunidenses, ou no maior retardamento do processo de retirada.

O governo acredita que a proposta de campanha de retiradas das tropas (Iraque e Afeganistão) pode ser cumprida, mas no relatório divulgado, está anunciado que as conquistas conseguidas até agora são frágeis, por isso podem sofrer reversos que acabariam exigindo outra campanha, algo que seria catastrófico para os norte-americanos neste momento em que sua economia está em crise e o governo precisa trabalhar com a contenção dos gastos.

Esses pontos explicam porque o processo de retirada de tropas deve ser gradual, mantendo o que há de essencial da estratégia adotada até agora, porém centrando mais esforços no Paquistão, país onde a aliança antiterrorista teve conquistas “importantes”, mas foi “irregular”.

Segundo consta no relatório, “a cúpula da Al-Qaeda no Paquistão está frágil e sob importante pressão mais que em qualquer outro momento desde que fugiu do Afeganistão em 2001”. (…). “No Paquistão, estamos estabelecendo a criação de uma associação estratégica baseada no respeito e na confiança mútua, por meio de um diálogo maior, uma cooperação melhor e uma troca maior de informações e programas de assistência”. (…). “(…)no Afeganistão, o progresso alcançado pelos talibãs nos anos recentes foi contido em grande parte do país e revertido em algumas áreas chave, mas as conquistas continuam sendo frágeis e reversíveis”. (…). “Apesar de a estratégia mostrar progressos nas três áreas avaliadas, Al-Qaeda, Paquistão e Afeganistão, o desafio é que nossas conquistas sejam duradouras e sustentáveis”.

Assim, o maior envolvimento do governo paquistanês e a solução de problemas do governo afegão, dentre eles a denunciada tolerância deste com a corrupção no país, são essenciais para conseguir a consolidação desta propostas eleitoral de Obama.

Outro ponto da política externa que está levando o presidente dos EUA a grandes batalhas internas no Congresso é a assinatura “Tratado” para  a redução de armamentos nucleares estratégicos, o novo “START”, assinado em abril deste ano.

No Sábado, dia 18 de dezembro, Obama pressionou o Senado a aprovar o Tratado, afirmando que não se trata de questões político-partidárias, ou de benéficos particulares para  líderes específicos, mas de assuntos que afetam a sociedade e podem beneficiar a segurança do país. Em suas palavras, “ratificar um tratado como o Start não significa anotar uma vitória para o Governo ou para um partido político. Significa segurança para os Estados Unidos”.

Conforme afirmou, “sem um novo tratado, corremos o perigo de dar marcha ré e perder o progresso obtido em nossa relação com a Rússia”, sabendo que isso afetará tudo o que foi conseguido em relação à aplicação das sanções contra o Irã, às aproximações com a Rússia, em relação ao problema do escudo anti-mísseis na Europa e aos acordos para o transporte pelo território russo de provisões e tropas aos soldados no Afeganistão, representando ainda a perda de uma economia de recursos significativa neste momento de crise. Como afirmou, “uma demora maior tem um custo”.

É uma questão que afeta toda a sociedade e reflete diretamente na economia, justificando a pressa para aprovar o Tratado antes que assuma o novo Congresso estadunidense, quando sabe que haverá negociações mais problemáticas entre os partidos, bem como entre o Governo, os partidos, a oposição e o Legislativo.  Além disso, precisa acelerar as decisões em política externa como forma de amenizar o tremor diplomático que o país sofreu com o vazamento dos documentos secretos, ocorrido no site “Wikileaks”.

Na somatória das questões, os analistas têm concluído que o essencial para Obama está sendo como manter-se numa posição em que continue como porta-voz das propostas do “Partido Democrata”, se apresente como capaz de negociar com os republicanos, bem como com os seguimentos da sociedade que podem dar impulso a retomada do crescimento econômico dos EUA, garantindo o cumprimento das promessas de diminuição do desemprego e inclusão social.

Em síntese, para os observadores, o fundamental é trabalhar para manter a credibilidade em torno de seu nome, apostando na postura de negociador e pacificador, com a qual conseguiu catalisar a esperança do eleitorado e a confiança da comunidade internacional.

Sabe que tem de continuar com ela, pois arranca avaliações positivas de analistas que a consideram elegante, mas também precisa reforçar uma imagem de trabalhador incansável, tal qual está sendo feito neste momento próximo das festas natalinas, quando anunciou que ficará sozinho na “Casa Branca”, enquanto sua família estará ao Havaí, para descanso antes das festividades. Segundo anunciou, provavelmente viajará apenas na quarta-feira, dia 22 de dezembro, para encontrar a esposa Michelle e as filhas Malia e Sasha.

O adiamento das férias visa manter posição de trabalho enquanto não forem concluídas as aprovações de vários “Projetos de Lei” ainda em negociação no Legislativo, principalmente o novo “START”.

Analistas afirmam que por estar conseguindo apresentar estas postura e imagem ainda mantém apoio de parte significativa do eleitorado e, por isso, poderá recuperar a aprovação popular que detinha, algo que lhe dará maior folga que a anunciada na pesquisa apresentada neste momento, sobre os virtuais embates eleitorais para a “Presidência da República” dos EUA, em 2012.

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Marcelo Suano - Analista CEIRI - MTB: 16479RS

É Fundador do CEIRI NEWSPAPER. Doutor e Mestre em Ciência Política pela Universidade em São Paulo e Bacharel em Filosofia pela USP, tendo se dedicado à Filosofia da Ciência. É Sócio-Fundador do CEIRI. Foi professor universitário por mais de 15 anos, tendo ministrado aulas de várias disciplinas de humanas, especialmente da área de Relações Internacionais. Exerceu cargos de professor, assessor de diretoria, coordenador de cursos e de projetos, e diretor de cursos em várias Faculdades. Foi fundador do Grupo de Estudos de Paz da PUC/RS, do qual foi pesquisador até o final de 2006. É palestrante da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG-RS), tendo exercido também os cargos de Diretor de Cursos e Diretor do CEPE/CEPEG da ADESG de Porto Alegre. Foi Articulista do Broadcast da Agência Estado e do AE Mercado (Política Internacional), tendo dado assessoria para várias redes de jornal e TV pelo Brasil, destacando-se as atuações semanais realizadas a BAND/RS, na RBS/RS e TVCOM (Globo); na Guaíba (Record), Rádioweb; Cultura RS; dentre vários jornais, revistas e Tvs pelo Brasil. Trabalhou com assessoria e consultoria no Congresso Nacional entre 2011 e 2017. É autor de livros sobre o Pensamento Militar Brasileiro, de artigos em Teoria das Relações Internacionais e em Política Internacional. Ministra cursos e palestra pelo Brasil e no exterior sobre temas das relações internacionais e sobre o sistema político brasileiro.

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