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OEA MUITO OTIMISTA COM O PROCESSO ELEITORAL NO HAITI

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O “Secretário-Geral da Organização dos Estados Americanos” (OEA), o diplomata chileno José Miguel Insulza, estimou muito crível o processo para as próximas eleições legislativas e presidenciais no Haiti, programadas para o dia 28 de novembro, minimizando, assim, uma ameaça de crise eleitoral que poderia provocar o boicote de alguns partidos da oposição a este processo.

 

Tive discussões muito construtivas com alguns setores, cada um tem seus problemas com a organização das eleições, mas não há razão para não confiar na instituição eleitoral” confiou o chefe da OEA, que procurava devolver a confiança ao processo. Ademais, matizou a presença de mais 193 observadores eleitorais que vão supervisionar as eleições.

No marco da reconstrução, declarou que está muito otimista, 8 meses depois desta catástrofe. Segundo ele, não é preciso criticar o presidente Préval pelos poucos resultados obtidos depois de 12 de janeiro. Insulza aproveitou para cumprimentar a “Comissão de Reconstrução” liderada pelo Ex-Presidente [dos EUA], Bill Clinton, e o pelo primeiro-ministro [do Haiti], Jean Max Bellerive.

Sob esta ótica, a OEA demonstra sua falta de eficácia ao não apresentar propostas construtivas para realizar ajustes no processo eleitoral, em prevenção às futuras crises que poderiam gerar um processo fraudulento. Com a atual postura, a organização apresenta que a qualidade do processo tem pouca importância, a ênfase se pôs sobre uma democracia disfarçada para justificar a contradição da comunidade internacional no Haiti.

É importante lembrar ao secretário-geral que, no seu mandato, o Presidente Préval nunca realizou eleições livres de contestação. A crise de 2004, quando o presidente Aristide teve de abandonar o poder, é fruto de eleições fraudulentas organizadas pelo atual Presidente. Além disso, nas últimas eleições legislativas de abril e junho de 2009, para um terço do Senado, onde a OEA tinha o controle do centro de apuração, os votos de dois municípios inteiros foram rejeitados para eliminar dois candidatos da oposição e favorecer dois candidatos oficiais.

ORIGINAL

POLÍTICA INTERNACIONAL – La OEA muy optimista sobre el proceso electoral en Haití

El Secretario General de la Organización de los Estados Americanos (OEA), el diplomático chileno Jose Miguel Insulza, ha estimado muy creíble el proceso electoral para las próximas elecciones legislativas y presidenciales en Haití programadas para el 28 de noviembre, minimizando así una amenaza de crisis electoral  que podría provocar el boicot de algunos partidos de la oposición a este proceso

“He tenido discusiones muy constructivas con algunos sectores, cada uno tiene sus problemas con la organización de las elecciones, pero no hay razón no confiarse en la institución electoral” ha confiado el jefe de la OEA quien trataba devolver la confianza al proceso. Ha matizado la presencia de más 193 observadores electorales que van a supervisar el proceso.

En el marco de la reconstrucción dijo que es muy optimista 8 meses después de esta catástrofe. Según él, no hay que criticar al presidente Preval por los pocos resultados obtenidos después del 12 de enero,  aprovecha para saludar la comisión reconstrucción liderada por el Presidente Clinton y el Primer ministro Jean Max Bellerive.

Bajo esta óptica, la OEA demuestra su falta de eficacia al no presentar propuestas constructivas para realizar ajustes en el proceso electoral, en prevención a las futuras crisis que podrían generar un proceso fraudulento. Con la actual postura, la organización demuestra que la calidad del proceso tiene poca importancia, el énfasis se ha puesto sobre una democracia disfrazada para justificar la implicancia de la comunidad internacional en Haití.

Es importante recordar al Secretario general que, en su mandato el Presidente Preval nunca ha realizado elecciones libres de contestación. La crisis de 2004 donde el presidente Aristide tuvo que abandonar el poder es fruto de elecciones fraudulentas organizadas por el actual Presidente. Además,  en las últimas elecciones legislativas del abril y junio del 2009  para un tercio del senado donde la OEA tenía el control del centro de cómputo, votos de dos comunas enteras han sido rechazadas para eliminar dos candidatos de la oposición y favorecer dos candidatos oficiales.

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Jean Garry - Porto Príncipe (Haiti)

De nacionalidade haitiana, é formado em Marketing pela Universidad Interamericana de Santo Domingo, possui Pós-Graduação em Gestão de Projetos Sociais pela Universidad Autónoma de Santo Domingo e Mestrado em Economia pela Universidad Internacional de Andalucía (Espanha). É graduado no Curso de Gerenciamento Social do Instituto de Desenvolvimento Social (INDES) do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) em Washington, e do curso Gestão Estratégica do Desenvolvimento Social e Regional da Comissão Econômica para América Latina (CEPAL) em Santiago do Chile. Tem experiência como Gerente de Marketing em diversas empresas privadas e trabalhou como consultor em Desenvolvimento Comunitário do Ministério de Obras Públicas do Haiti e em diversos projetos de desenvolvimento.

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