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A “Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico” (OCDE), conhecida como “clube das nações ricas“, deseja se desfazer deste rótulo e corteja Brasil, China, Índia e África do Sul para se tornarem países-membros.

Há algumas semanas, uma das reuniões da OCDE contou com a presença de representantes do Brasil, da China, da Índia e de outros países latino-americanos. A participação de representantes destes países que não são membros demonstrou o interesse da organização em atrair novos membros.

O objetivo da OCDE é não perder a importância política e econômica com o crescimento dos “gigantes emergentes”. Além de cortejar a participação destes países, a organização também busca uma aproximação do G-20, que se transformou no principal fórum de discussão da crise global.

Hoje, países como Brasil, China e Índia têm de fazer parte de qualquer solução para as questões globais“, disse Andrel Gurría, secretário-geral da OCDE. Ele afirmou que não irá insistir que estes países se tornem membros, afim de não interferir na decisão política de seus governos.

Caso Brasil, Índia, China e África do Sul venham a se tornar membros, a OCDE contará com todos os países que hoje completam o BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), que vem ganhando mais força no cenário internacional.

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Fabricio Bomjardim - Analista CEIRI - MTB: 0067912SP

Bacharel em Relações Internacionais (2009) e técnico em Negociações Internacionais (2007) pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM). Atua na área de Política Econômica com foco nos países do sudeste e leste asiático, sendo referência em questões relacionadas a China. Atualmente é membro da Júnior Chamber International Brasil-China, promovendo as relações sócio-culturais sino-brasileiras em São Paulo e Articulista da Revista da Câmara de Comércio BRICS. Também atuou como Consultor de Câmbio no Grupo Confidence.

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