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As tensões na península coreana podem ser resolvidas, caso a China utilize sua influência junto ao governo da Coréia do Norte para que se encerrem os atritos entre coreanos e norte-americanos. Esta é a linha do pensamento estadunidense, japonês e sul-coreano, razão pela qual estes países estão pressionando o governo chinês para que tome atitudes “positivas”.

Autoridades japonesas, representantes de Seul e representantes de Washington se encontrarão nos Estados Unidos para uma reunião. O objetivo é discutir o comportamento de Pyongyang. Os três países farão uma declaração conjunta para pressionar a China quanto o assunto e apresentarão uma denúncia com veemência acerca do ataque norte-coreano ao país vizinho. Nela será afirmado que este ataque foi uma violação da “Carta da Organização das Nações Unidas” (ONU), bem como do “Armistício” assinado entre as duas Coréias, após a paralisação da Guerra travada entre elas, em 1953.

Em conversa por telefone, o presidente Hu Jintao e o presidente Barack Obama trataram do tema. Oficialmente, a China pede que seja retomada a negociação conjunta entre China, Rússia, Japão, Coréia do Sul, EUA e a Coréia do Norte. Na última semana, o governo norte-americano informou que não tem interesse em retomar o diálogo com Pyongyang.

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Fabricio Bomjardim - Analista CEIRI - MTB: 0067912SP

Bacharel em Relações Internacionais (2009) e técnico em Negociações Internacionais (2007) pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM). Atua na área de Política Econômica com foco nos países do sudeste e leste asiático, sendo referência em questões relacionadas a China. Atualmente é membro da Júnior Chamber International Brasil-China, promovendo as relações sócio-culturais sino-brasileiras em São Paulo e Articulista da Revista da Câmara de Comércio BRICS. Também atuou como Consultor de Câmbio no Grupo Confidence.

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