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Presidente Haitiano afirma que a Missão de Estabilização das Nações Unidas não é uma força de ocupação

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O presidente [do Haiti], René Préval, que neste momento tem por lema principal um discurso baseado na estabilidade política, aproveitou a [data] do “Pai da Pária” (data da morte, por assassinato, do o General Jean Jacques Dessalines, em 1806) para defender as forças das Nações Unidas, muito criticadas por alguns setores da população haitiana.

 

A missão das Nações unidas não é uma força de ocupação, como afirmam alguns”, estimou o Presidente. O mandatário da nação afirma que as forças estão no Haiti para ajudar a fortalecer a segurança e a Política Nacional, depois dos eventos que conduziram à demissão do ex-presidente Jean Bertrand Aristide, em fevereiro de 2004.

Os que reclamam da saída imediata das forças multinacionais têm uma posição irresponsável”, segundo o Presidente Préval, e segue dizendo que a presença da ONU [Organização das Nações Unidas] é conseqüência das lutas internas pelo poder. Afirma que duas intervenções das forças multinacionais foram [necessárias] depois do golpe de estado e da anarquia que caracterizou o Governo de Jean Bertrand Aristide.

Muitos observadores compartilham com parte da posição do presidente Préval, acerca da presença necessária da ONU no país. Contudo, pensam que pouco se fez para a saída ordenada das tropas e para a estabilização do [do Haiti] no pós Nações Unidas.

Estes observadores pensam, ao contrário, que o Presidente Préval está aproveitando da presença internacional para consolidar e fortalecer seu projeto político. A formação unilateral do Conselho Eleitoral por parte do Presidente Preval, que é muito contestado pelos principais partidos opositores, constitui um elemento importante deste projeto político com o apoio de alguns setores da comunidade, segundo estes observadores.

ORIGINAL

POLÍTICA INTERNACIONAL – El Presidente Haitiano afirma que la Misión de Estabilización de las Naciones Unidas en Haití no es una fuerza de ocupación

El Presidente René Préval  quien tiene por lema principal en estos momentos un discurso basado en la estabilidad política ha aprovechado de la conmemoración del asesinato en 1806 del padre de la patria, el General Jean Jacques Dessalines, para defender las fuerzas de las naciones unidas muy criticadas por algunos sectores de la población haitiana.

“La misión de las Naciones Unidas no es una fuerza de ocupación como afirman algunos” ha estimado el Presidente. El mandatario de la nación afirma que las fuerzas están en Haití para ayudar a fortalecer la seguridad y la Policía Nacional  después de los eventos que han conducido  a la dimisión del Presidente Jean Bertrand Aristide en Febrero 2004.

“Los que reclaman la salida inmediata de las fuerzas multinacionales tienen una posición irresponsable” según el Presidente Preval y sigue diciendo que la presencia de la ONU es consecuencia de las luchas internas para el poder. Afirma que dos intervenciones de las fuerzas multinacionales han sido posibles después del golpe de estado y de la anarquía que ha caracterizado el Gobierno de Jean Bertrand Aristide.

Muchos observadores comparten en parte la posición del Presidente Preval acerca de la presencia necesaria de las Naciones Unidas en el país. Sin embargo, piensan que poco se ha hecho para la salida ordenada de las tropas y la estabilización del país post naciones unidas. Estos observadores piensan al contrario que el Presidente Preval esta aprovechando de la presencia internacional para consolidar y fortalecer su proyecto político.  La formación unilateral  del consejo electoral de parte del Presidente Preval  que es muy contestada por los principales partidos opositores constituye un elemento importante de este proyecto político con el apoyo algunos sectores de la comunidad según estos observadores.

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Jean Garry - Porto Príncipe (Haiti)

De nacionalidade haitiana, é formado em Marketing pela Universidad Interamericana de Santo Domingo, possui Pós-Graduação em Gestão de Projetos Sociais pela Universidad Autónoma de Santo Domingo e Mestrado em Economia pela Universidad Internacional de Andalucía (Espanha). É graduado no Curso de Gerenciamento Social do Instituto de Desenvolvimento Social (INDES) do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) em Washington, e do curso Gestão Estratégica do Desenvolvimento Social e Regional da Comissão Econômica para América Latina (CEPAL) em Santiago do Chile. Tem experiência como Gerente de Marketing em diversas empresas privadas e trabalhou como consultor em Desenvolvimento Comunitário do Ministério de Obras Públicas do Haiti e em diversos projetos de desenvolvimento.

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