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Está próxima a data do encontro tão esperado por economistas e acadêmicos do globo: a “Segunda Cúpula dos BRIC” (Brasil, Rússia, Índia e China), que será realizada entre os dias 15 e 16 de abril, em Brasília.

 

A Cúpula também contará com um observador, a África do Sul, uma vez que as relações dos quatro Estados com o país africano vêm crescendo de forma significativa. O BRIC vem fomentando parcerias estratégicas com os africanos e tanto os indianos, como os chineses e brasileiros têm percepções e ações positivas que podem contribuir ainda mais com a cooperação entre os membros do BRIC e este Estado.

Durante a reunião, os assuntos do G20, a economia, as finanças internacionais, as instituições financeiras e as mudanças climáticas serão temas importantes nestes dois dias de reuniões em Brasília. O presidente chinês Hu Jintao adiantou que a cooperação entre os quatro países para atuar em questões globais será um dos assuntos chaves, com elevada importância.

Isto conta com o fato de as relações entre os membros deste grupo informal, que ainda se resume a uma sigla, têm sido “harmoniosas”, sem tensões e assuntos graves que possam interferir no andamento de futuros projetos envolvendo as quatro potências emergentes economicamente.

Dentre os participantes, apenas a China e a Índia tiveram relações conturbadas e contenciosos no século passado, mas progrediram em suas relações bilaterais, chegando a acordar a criação de uma linha direta entre os alto-funcionários, com a finalidade de aumentar a confiança mútua.

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Fabricio Bomjardim - Analista CEIRI - MTB: 0067912SP

Bacharel em Relações Internacionais (2009) e técnico em Negociações Internacionais (2007) pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM). Atua na área de Política Econômica com foco nos países do sudeste e leste asiático, sendo referência em questões relacionadas a China. Atualmente é membro da Júnior Chamber International Brasil-China, promovendo as relações sócio-culturais sino-brasileiras em São Paulo e Articulista da Revista da Câmara de Comércio BRICS. Também atuou como Consultor de Câmbio no Grupo Confidence.

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