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Rússia e China apresentam posições sobre as sanções extras ao Irã

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Após aprovada a rodada de sanções ao Irã no mês passado, os Estados Unidos, juntamente com a União Européia, adotaram medidas unilaterais, ampliando as sanções ao país islâmico por seu programa nuclear.

Em junho, o presidente russo, Dmitry Medvedev, fez afirmações sobre as ações ocidentais e disse que há muito a perder por impor mais sanções. Para chineses e russos, essas ações unilaterais vão atingir a população iraniana e isso é um ato perigoso. Medvedev afirmou: “Nós não concordamos com isso quando discutimos a resolução conjunta na ONU (…). Nós deveríamos agir coletivamente. Se o fizermos, obteremos os resultados desejados“.

O porta-voz da chancelaria da China, Qin Gang, afirmou que seu país discorda das ações, por isso irá executar apenas as sanções que foram acordadas no “Conselho de Segurança da ONU”. Para Bejing, tais ações unilaterais do Ocidente, por estarem estão fora do acordado na ONU, afetarão o futuro das relações entre o Ocidente e o Irã, dificultando as negociações do seu programa nuclear.

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Fabricio Bomjardim - Analista CEIRI - MTB: 0067912SP

Bacharel em Relações Internacionais (2009) e técnico em Negociações Internacionais (2007) pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM). Atua na área de Política Econômica com foco nos países do sudeste e leste asiático, sendo referência em questões relacionadas a China. Atualmente é membro da Júnior Chamber International Brasil-China, promovendo as relações sócio-culturais sino-brasileiras em São Paulo e Articulista da Revista da Câmara de Comércio BRICS. Também atuou como Consultor de Câmbio no Grupo Confidence.

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