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Segundo documentos vazados pelo site “Wikileaks” a China é uma concorrente problemática dos EUA na África

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A presença dos países que compõem o grupo informal do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) no continente africano vem crescendo de forma expressiva, com destaque para a China que investe milhões de dólares nos países africanos, por meio de Cooperação e Acordos em áreas de seu interesse. O crescimento das relações China-África chama a atenção de Washington, antigo e importante parceiro de algumas nações africanas, que, de acordo com o divulgado, considera Beijing um concorrente problemático.

Analistas realizaram críticas aos chineses e aos norte-americanos depois destes documentos serem divulgados. Para muitos, a crítica se dirige a Washington, pois, em um determinado momento da história, os norte-americanos eram os grandes parceiros comerciais, sendo para algumas nações africanas uma “única opção” de negócio, mas não planejaram relações futuras de “benefícios mútuos”. Outros especialistas apresentam críticas para a China, afirmando que seus interesses podem ser predatórios desconsiderando os benefícios e contribuições às populações locais.

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Fabricio Bomjardim - Analista CEIRI - MTB: 0067912SP

Bacharel em Relações Internacionais (2009) e técnico em Negociações Internacionais (2007) pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM). Atua na área de Política Econômica com foco nos países do sudeste e leste asiático, sendo referência em questões relacionadas a China. Atualmente é membro da Júnior Chamber International Brasil-China, promovendo as relações sócio-culturais sino-brasileiras em São Paulo e Articulista da Revista da Câmara de Comércio BRICS. Também atuou como Consultor de Câmbio no Grupo Confidence.

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