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Subsecretário de “Comércio Exterior” dos EUA fala sobre a presença chinesa na América Latina e a economia brasileira

Lucas Leite 29 de abril de 2011
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Durante o “Fórum Econômico Mundial da América Latina”, realizado no Rio de Janeiro, o subsecretário de “Comércio Exterior” norte-americano, Francisco Sanchéz, afirmou que os Estados Unidos não se sentem ameaçados pela crescente presença da China na América Latina. Pelo contrário, disse que o comércio da região com o país asiático deve ser considerado uma grande oportunidade para os países. Sanchéz ainda afirmou que é necessário aumentar o número de “Acordos Comerciais” e negociar menores barreiras alfandegárias para uma maior integração dos países latino-americanos à economia mundial.

A China já é o principal parceiro comercial do Brasil, tendo ultrapassado os Estados Unidos. Além disso, de acordo com a “Heritage Foundation”, o Brasil foi o principal destino de investimentos diretos chineses no ano passado, tendo atingido a marca de US$ 13,7 bilhões (esse valor exclui títulos públicos e investimentos de menos de 100 milhões de dólares). Quando se analisa o período entre 2008 e 2010, o Brasil já se configura como o terceiro maior destino dos investimentos chineses, atrás apenas de Estados Unidos e Austrália. Países como Argentina, Peru, Equador e Venezuela também receberam grande volume de recursos chineses em 2010.

Sanchéz elogiou os esforços brasileiros feitos nos últimos anos no intuito de diminuir a pobreza e expandir o consumo interno das famílias. No entanto, ele alertou para a necessidade de reformas importantes, como a Tributária, para que o desenvolvimento do país se mantenha no longo prazo e permita uma maior abertura comercial.

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