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O primeiro ministro tailandês, Abhisit Vejjajiva, recusou e continuará recusando quaisquer negociações de paz com Camboja enquanto as forças militares cambojanas permanecerem na região de fronteira. Para a autoridade tailandesa, ambos Estados devem retirar suas tropas da região de fronteira, onde ocorrem conflitos.

Tanto Vejjajiva, quanto seu homólogo Hun Sen, trocam acusações sobre o início dos conflitos na região de fronteira. “Sublinho que cada choque não é um acidente, é um atentado (de Camboja) de internacionalizar o conflito”, declarou o primeiro-ministro tailandês, citado pela imprensa local.

Desde o ano de 2008, quando a “Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura” (UNESCO) declarou os templos de Ta Meun e Ta Kwai, como “Patrimônios da Humanidade”, ambos Estados se mantiveram em atrito sobre a reinvindicação da soberania das áreas onde esses patrimônios se encontram (na região da fronteira da Tailândia com o Camboja).

Mais de dois anos se passaram e ambos os lados mantem os conflitos sem chegar a uma resolução pacífica através do diálogo, algo que dificulta nas negociações de paz, pois nenhum dos lados está disposto a deixar suas tropas da região, sem que o outro faça o mesmo.

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Fabricio Bomjardim - Analista CEIRI - MTB: 0067912SP

Bacharel em Relações Internacionais (2009) e técnico em Negociações Internacionais (2007) pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM). Atua na área de Política Econômica com foco nos países do sudeste e leste asiático, sendo referência em questões relacionadas a China. Atualmente é membro da Júnior Chamber International Brasil-China, promovendo as relações sócio-culturais sino-brasileiras em São Paulo e Articulista da Revista da Câmara de Comércio BRICS. Também atuou como Consultor de Câmbio no Grupo Confidence.

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