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A população taiwanesa e seu governo recusaram a proposta de adotar a política de “Uma só China”, recebendo como contrapartida de Beijing a retirada e o desmonte dos seus mísseis, que hoje estão apontados para a ilha de Formosa.

O governo de Taipei disse que a China continental poderia honrar o “Consenso de 1992”, um Acordo informal de entendimento entre os dois lados do estreito de Taiwan, pelo qual concordaram que não existe apenas uma China, a parte Continental. Os taiwaneses pretende apenas manter relações comerciais com Beijing, que são independentes de uma aproximação política com objetivo de reunificação das duas partes.

Atualmente, existem mais de 1000 mísseis chineses apontados para a ilha de Taiwan, prejudicando as relações entre esta e o continente em outros assuntos que não os comerciais e impedindo o nascimento de relações de confiança mútua.

Para os taiwaneses, com a China continental, a melhor estratégia é começar resolvendo as questões “fáceis” (questões comerciais) para depois serem resolvidas as questões mais “difíceis” (questões políticas).

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Fabricio Bomjardim - Analista CEIRI - MTB: 0067912SP

Bacharel em Relações Internacionais (2009) e técnico em Negociações Internacionais (2007) pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM). Atua na área de Política Econômica com foco nos países do sudeste e leste asiático, sendo referência em questões relacionadas a China. Atualmente é membro da Júnior Chamber International Brasil-China, promovendo as relações sócio-culturais sino-brasileiras em São Paulo e Articulista da Revista da Câmara de Comércio BRICS. Também atuou como Consultor de Câmbio no Grupo Confidence.

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