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Responsável pela área de Relações Corporativas da Visa Inc. fala sobre a atuação da empresa na Cooperação Internacional e as ações de inclusão financeira

CEIRI 28 de setembro de 2012
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Por Daniela Alves e Fabricio Bomjardim

Revisão: Marcelo Suano

 

É inegável que o perfil da cooperação internacional no mundo está mudando e o setor privado está cada vez mais presente para melhorar a eficácia dos projetos, atuando como parceiros com um papel fundamental na promoção do desenvolvimento.

Neste sentido, dia 24 de agosto de 2012, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) anunciou uma parceria inédita com a empresa Visa Inc. para a promoção da inclusão financeira de moradores do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro. 

O Acordo assinado prevê o desenvolvimento de soluções locais para estender o acesso e os benefícios do sistema financeiro formal à comunidade, assim como trazer conhecimento e educação necessários para uma inclusão sustentável.

É importante ressaltar que a Visa não emite cartões, não fixa juros, anuidades ou taxas, não envia faturas mensais ou faz empréstimos aos portadores de cartões. Ela é uma empresa global de tecnologia de pagamentos que conecta consumidores, empresas, instituições financeiras e governos, em mais de 200 países e territórios.

A Visa do Brasil, comprometida com a inclusão financeira e consumo responsável, possui desde 2005 um programa amplo de educação financeira com o objetivo de conscientizar sobre a importância da gestão responsável do dinheiro.

A responsável pela área de Relações Corporativas da empresa, Sabrina Sciama Alonso Fontes, de forma inédita, detalhou para o CEIRI NEWSPAPER a parceria com o BID no Complexo do Alemão, os programas de educação financeira e a atuação da empresa na cooperação internacional.

CNP – Como surgiu a atuação da Visa Inc. na promoção da inclusão financeira de pessoas de baixa renda ou que vivem abaixo da linha da pobreza em situações extremas? Em qual país a VISA realizou sua primeira atividade nesse sentido e quais são as iniciativas ao redor do mundo que devem ser destacadas para nossos leitores?

 

A atuação da Visa na inclusão financeira não é algo novo. Na verdade, desde que a empresa surgiu, há mais de 50 anos, existe venda dos benefícios da moeda digital para empresas, consumidores e governo ao redor do mundo.

Alguns produtos que nós desenvolvemos acabam funcionando como uma importante ferramenta de inclusão financeira. Vou citar alguns casos em diferentes países.

(1) Nós temos um cartão pré-pago na República Dominicana que possibilita a distribuição de benefícios sociais para a população. Ao invés da pessoa ter de ir a algum lugar e retirar o seu benefício, ela recebe na casa dela um cartão pré-pago e, mensalmente, esse valor é carregado para ela, possibilitando que seja realizada a compra de comida e tenha acesso a alimentação que antes não teria [por conta da impossibilidade de receber o benefício]. Esse programa já atingiu mais de 850 mil pessoas e integrou mais de 4.500 lojistas à economia formal.

(2) Outro caso interessante é no Paquistão. Neste país tivemos a situação dos refugiados paquistaneses que tiverem de morar em um campo e o governo local solicitou para a VISA uma solução voltada a possibilidade dos refugiados poderem receber dignamente os benefícios que teriam direito. Ao invés de receber sacas de comida, de farinha, arroz, elas passaram a receber um cartão pré-pago. Como a grande maioria não era alfabetizada, quando a população utilizava o cartão, bastava apenas colocar a digital para sua identificação. Com isso, muitos estabelecimentos ao redor do campo de refugiados começaram a aceitar VISA após o trabalho que fizemos. A população passou a ter a possibilidade de utilizar o cartão que era carregado mensalmente para comprar livremente a comida para sua família.

[Saiba mais sobre os projetos na República Dominicana e no Paquistão acessando: http://brasil.blog.visa.com/2012/01/20/inclusao-financeira-mais-eficiencia-na-distribuicao-de-subsidios/ ]

(3) No Brasil nós também temos exemplos, mas não como os casos extremos do Paquistão e da República Dominicana. Em nosso país há aproximadamente mais de 1 milhão caminhoneiros autônomos. Muitos deles recebiam o que chamamos de “carta frete” de pagamento que não era mais que um pedaço de papel. Se fosse realizar uma viagem de São Paulo a Salvador, ganhava-se um papel que dizia “quando você chegar em Salvador, ganhará o valor de seu frete”. Ou seja, de São Paulo a Salvador, precisava-se ter dinheiro para colocar gasolina, dormir, se alimentar e isso não era possível, pois tinha de trocar o pedaço de papel por dinheiro. Esses caminhoneiros iam em postos de gasolina e com grande deságio eles trocavam o papel por dinheiro. Portanto, eram obrigados a colocar gasolina e óleo naquele posto, a preços bem mais altos do que o normal. Desta forma os caminhoneiros transformavam aquele pedaço de papel em dinheiro e, assim, conseguiam chegar ao seu destino. 

Com este cenário, a VISA criou o produto VISA CARGO. Este produto é um cartão que é tanto pré-pago como crédito. O valor do frete é carregado nele e a partir daí o caminhoneiro pode colocar gasolina, se alimentar e dormir onde desejar e não tem nenhum deságio, que antes chegava a 20% do valor do frete. O mais importante é que o valor do cartão que é depositado pela transportadora para o caminhoneiro, também fica disponível em outros cartões adicionais e esse cartão adicional pode ser enviado para a família. Imagine novamente um caminhoneiro que está indo de São Paulo a Salvador e a família dele mora em Minas Gerais. Como a família poderia ter acesso ao salário dele? Com esse cartão, a família consegue ter acesso ao dinheiro e fazer as compras de casa facilmente. Nesse sentido, a família passou a ter acesso a uma ferramenta financeira que permite que ela faça compras, o caminhoneiro também tenha acesso, fazendo com que realize o seu trabalho de forma mais segura e sem ser explorado. Esses são tipos de produtos que promovem a inclusão financeira.

 

CNP – Atualmente, com a realização da parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para a promoção da inclusão financeira de moradores do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, a VISA está se consolidando como um ator do setor privado na Cooperação Internacional. Em que momento surgiu a ideia desta parceria? Esta é a primeira parceria realizada pela VISA com uma organização internacional?

 

A VISA já tem uma parceria com o BID na República Dominicana. No Brasil, [o projeto no Complexo do Alemão] foi a primeira iniciativa que fizemos juntos. Nós expomos [para o BID] os nossos objetivos de incluir financeiramente mais pessoas e eles vieram com esse projeto e não tínhamos como declinar. Para explicar o que seria essa parceria, nós levaríamos a inclusão financeira em 3 passos para a comunidade local:

1-Educação financeira. Nós acreditamos que é ela muito importante para incluir financeiramente as pessoas de uma forma responsável, explicando como funciona a ferramenta, o que é orçamento, o que é poupança e o porque é importante poupar.

2-Consultoria. Os professores dos cursos serão do próprio Complexo do Alemão e os consultores também. Esses professores e consultores serão capacitados pelo BID, pela VISA e pela secretaria do governo municipal do Rio de Janeiro, estando aptas a ajudar a população.

3-Inclusão Financeira. Primeiramente, antes de desenvolver um produto, como temos o VISA CARGO e o pré-pago em diferentes países, nós mapeamos a comunidade local para realmente entender as verdadeiras necessidades dessa comunidade e, em cima disso, desenvolver um produto e um serviço que atenda as necessidades da população e, para tanto, contamos também com a parceria com o Bradesco para desenvolver esse produto.

É uma parceria nova no Brasil e pretendemos utilizar como piloto para replicar em outros países e em outras comunidades do próprio Brasil.

 

CNP – Como os principais pontos da parceria realizada para atuação no Complexo do Alemão serão desenvolvidos?

 

Vista do Complexo do Alemão no Rio de Janeiro. Fonte: VisaOs principais pontos são as três fases do projeto que mencionei. [Para executá-los] contamos com o espaço da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer do Rio de Janeiro chamado “Centro Comunitário Carlos Castilho”. Dentro do Complexo do Alemão há um centro com piscina, um prédio com quadras esportivas onde há salas de aula, ballet, capoeira etc. É muito importante contarmos com essa parceria, pois vamos utilizá-lo para ministrar as aulas de educação financeira para os consultores e para servir como uma base para o mapeamento que vamos fazer. Por isso, ter esse local foi muito importante. Dentro dele existe uma parceria do BID com outras empresas privadas. Por exemplo, a NBA (National Basketball Association) tem um projeto de remodelar todas as quadras esportivas de basquete e também para procurar de talentos, assim como o Barcelona (mundialmente conhecido clube espanhol de futebol). Outro exemplo é a Colgate na área de saúde bucal. Nós utilizamos o espaço para a inclusão financeira. Cada parceiro do BID utiliza aquele espaço para conseguir apoiar o Complexo do Alemão, que, ao final, são 13 comunidades, por isso nosso desafio é muito grande e esperamos com esses parceiros alcançar os objetivos propostos.

 

CNP – O programa “A Moeda do Progresso” da VISA tem um escopo mais amplo do que este projeto em parceria com o BID. Qual é a concepção do programa “A Moeda do Progresso” e em que foi baseada?

 

O “Moeda do Progresso” é o nosso programa de educação corporativa. No site http://www.moedadoprogresso.com.br/, nós contamos as diferentes histórias de educação financeira, de apoio a empresas e governos por meio de vídeos de 3 a 4 minutos. E qual a diferença dele para o programa institucional da VISA? O nosso público é diferente do público de marketing. Enquanto o marketing tem o objetivo de fazer as pessoas migrarem para conveniência do pagamento digital e deixarem para trás o dinheiro e o cheque, nós mostramos isso de outra forma no site “Moeda do Progresso”, com histórias reais, pessoas reais, contando como foram impactadas positivamente pela moeda digital.

Estamos produzindo agora um vídeo sobre a iniciativa do Complexo do Alemão e vamos contar o que será feito durante esses anos através de um vídeo. Eu diria que a “Moeda do Progresso” seria um contador de histórias.

 

CNP – Quais iniciativas realizadas no âmbito da “Moeda do Progresso” no Brasil você destacaria para os nossos leitores? 

 

Fonte: VisaEsse projeto existe há um ano no Brasil, mas já ocorre em outros 6 países e começou nos Estados Unidos. A ideia é que utilizemos cada vez mais esse canal para falar com nossos stakeholders usando casos brasileiros. Atualmente, estamos com o caso de um camelô brasileiro contando que ele conseguiu triplicar as suas vendas depois que passou a ser formalizado e a aceitar cartão. 

[Não demorou para ele atrair compradores e a atenção de curiosos. Com a marca Visa presente no mostruário, ele chamava atenção das pessoas que efetuavam a compra só para confirmar se, de fato, era verdade aquela propaganda. Ele ainda registrou a marca “Camelô do Futuro” e se legalizou como Empreendedor Individual]. http://www.moedadoprogresso.com.br/

Em breve também entraremos com entrevista a duas empresas de e-commerce que também contam como é importante a segurança dos meios eletrônicos de pagamento para conseguir efetuar suas vendas.

 

CNP – Ainda há percepção de alguns críticos que programas de empresas privadas como estes da VISA são criados apenas para satisfazer as necessidades da própria empresa. Como você avalia essa percepção? 

 

Eu diria que inclusão financeira faz parte sim do nosso negócio, seria falso afirmar que não, pois é algo que já fazemos há anos, trazendo os benefícios da moeda digital para diferentes participantes do sistema, mas, ao mesmo tempo, nós conseguimos trazer muitos benefícios para a população. Eu diria que é um negócio, mas com viés social que traz benefícios tangíveis e mensuráveis para a população, para os governos e para as empresas.

 

CNP – Como a VISA organiza a questão da inovação e quantos departamentos são envolvidos neste processo? 

 

A VISA é uma empresa com 8 mil funcionários ao redor do mundo e no Brasil tem um pouco mais de 100, sendo uma empresa bem compacta. As áreas envolvidas nesse projeto, além do apoio do próprio diretor geral da empresa, são: a minha área, que é de relações corporativas; a área de produtos, que vai nos ajudar a implementar alguma solução para inclusão financeira e, por último, a área de relacionamento com o Bradesco. Portanto, são basicamente 3 áreas envolvidas no processo.

 

 

CNP – A VISA Brasil trabalha de forma autônoma neste quesito ou está articulada com os seus demais escritórios existentes nos demais países?

 

Nós trabalhamos muito alinhados com nossa matriz na Califórnia, inclusive nós temos outros projetos de inclusão financeira em Ruanda, estando bem alinhados com os objetivos globais de inclusão financeira.

Como a VISA é dividida? Ela tem essa matriz na Califórnia e depois tem 7 áreas administrativas, sendo uma delas em Miami. Nós trabalhamos também bem próximos da equipe de relações corporativas e produtos de Miami para implementar soluções de inclusão financeira.

 

INOVAÇÃO EM EDUCAÇÃO FINANCEIRA

 

CNP – A educação financeira foi bastante abordada nesta entrevista, mas a VISA continua surpreendendo neste aspecto. Você poderia falar um pouco sobre o jogo educacional, Bate-Bola Financeiro que foi premiado pelo BID como a melhor iniciativa de educação financeira realizada na América Latina, na categoria connectBanking?

 

O Bate-Bola Financeiro http://www.batebolafinanceiro.com.br/ faz parte de um projeto implementado no Brasil em 2005 chamado finanças práticas. O finanças práticas começou como um portal, principalmente para jovens-adultos com informações atualizadas semanalmente sobre orçamento, poupança, serviços bancários e o que nós chamamos de Etapas da Visa, com dicas para a pessoa que vai casar, comprar uma casa, um carro, entre outras ações. Em 2009, nós fizemos uma parceria com a FIFA para desenvolver o bate-bola financeiro que é um game que permite o ensino de conceitos básicos de finanças pessoais de uma forma muito mais lúdica. Primeiramente, ele esteve focado em jovens e crianças, mas quando nós estávamos lançando essa iniciativa em parceria com diversas ONGs, como a Fundação Gol de Letra do Raí, ele estava testando o jogo e falou “eu tenho mais de 40 anos e também preciso desse conteúdo” e, com isso, nós paramos de falar que era para crianças e jovens e assumimos que é um tema universal.

Em 2010, tivemos uma outra iniciativa de educação financeira que é um teatro. Trouxemos uma ideia da África do Sul de teatro, com apenas 2 atores que percorrem diferentes teatros e praças e o roteiro fala muito de futebol, dança, capoeira e no meio de tudo isso tem a educação financeira. Nós levamos essa iniciativa para todos os CEUs (Centro Educacional Unificado) de São Paulo e já atingimos aproximadamente 20 mil crianças da rede pública de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília e Curitiba. 

 

CNP – Continuando a questão da inovação em Educação Financeira. Recentemente a Marvel Comics e a Visa Inc. uniram-se para criar um novo gibi de educação financeira chamado Vingadores: Salvando o Dia. Você poderia falar como surgiu esta ideia e como foi a realização da parceria?

 

Esse projeto saiu de nossos colegas na matriz da Califórnia. Novamente, quisemos “abusar” da versão lúdica de educação financeira para passar os conteúdos. Foi feita uma parceria global com a Marvel. O gibi, além do português, está em mais 8 idiomas. No Brasil, nós o lançamos na época do filme “Os Vingadores” e sentimos que estávamos impactando não só as crianças, mas também os jovens e adultos que gostam dos Vingadores e viam aquele conteúdo de uma maneira necessária, relevante e mais fácil de aprender do que um folheto, uma palestra ou algo nesse sentido. O nosso objetivo é realmente usar a criatividade para chamar a atenção da população para este tema tão importante.

[Acesse o Gibi Os Vingadores: Salvando o Dia: http://bit.ly/IJhURA]

 

VISA E RELAÇÕES INTERNACIONAIS

 

CNP – Como a VISA operacionaliza as ações e parcerias com organismos internacionais para a inclusão financeira de pessoas de baixa renda? Há um departamento específico para a área de Relações Internacionais ou Cooperação Internacional?

 

Eu trabalho na área de relações corporativas e na Califórnia essa área é a responsável por uma grande quantidade de parcerias estabelecidas. Existem parcerias com a OXFAM, uma sociedade de mulheres na Nigéria e diversas outras organizações em todo o mundo para promover a inclusão financeira.

Atualmente, essa função está bem centralizada na Califórnia e cada país tem a função de identificar a melhor ONG, a melhor empresa privada ou pública, para fazer essa parceria e implementar os projetos dentro do nosso objetivo. 

 

CN – Existe atualmente um crescimento do setor privado na Cooperação Internacional para o Desenvolvimento, pois acredita-se que esse tipo de parceria aumenta a eficácia dos projetos realizados. Alguns críticos crêem que este deve ser um papel reservado apenas para governos, ONGs e Organizações Internacionais. Como você avalia essa questão? 

 

A cooperação pode ser trabalhada pelas empresas privadas que tem não só expertise, mas a escala necessária para determinados projetos, mas é muito importante a participação de ONGs e outras empresas ligadas ao tema. Eu acredito na cooperação entre as empresas privadas, públicas e ONGs para chegar nesse objetivo geral.

 

VISA E OS PROFISSIONAIS DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS – OS ESTUDANTES E RECÉM-FORMADOS (CARREIRA)

 

CNP – Para os estudantes e recém-formados na área de Relações Internacionais no Brasil, o que você considera que deve ser adequado num perfil profissional para compor o quadro de funcionários da VISA? Como seria a atuação desse profissional em uma empresa como a VISA?

 

Eu não poderia responder especificamente essa questão por não ser da competência de minha área, mas normalmente no perfil que se busca há necessidade da pessoa ser generalista e não especialista. Ela precisa entender de diferentes temas para conseguir lidar com os desafios que a gente enfrenta todos os dias. Por nossa estrutura ser pequena, há essa necessidade de conhecimento em diversas áreas e não apenas em uma.

CNP – Na perspectiva de incentivar o seu capital humano, várias empresas estão investindo recursos financeiros na criação de universidades corporativas e a VISA, mais uma vez, não ficou para trás, sendo a primeira empresa no Brasil a criar sua Universidade Corporativa, a “Universidade VISA”, tendo início em 1997 com o Visa Training. Como funciona esta Universidade?

 

A Universidade VISA hoje é a Visa Business School. Essa universidade forma, há mais de 15 anos, as pessoas dos bancos que são os clientes que implementam os nossos produtos. Os funcionários da VISA também participam do curso, mas o grande foco são os bancos. 

Para a criação e atualização dos módulos e núcleos, a Visa faz um levantamento das necessidades por meio de avaliação e pesquisas nos bancos.

 

CNP – Deseja acrescentar algo?

 

Inclusão financeira e educação financeira nós acreditamos que é para todos, não é apenas para um determinado nicho da população. Nós acreditamos nos benefícios que a inclusão financeira traz não só para um indivíduo, mas para a sociedade.

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