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Nas grandes capitais brasileiras a infra-estrutura de transportes está sendo atualizada e expandida e o Metrô é um dos destaques. Em “São Paulo”, as empresas sul-coreanas estão cada dia mais fortes. No “Rio de Janeiro”, no entanto, as composições chinesas vem sendo questionadas.

No maior centro financeiro do país (São Paulo), a coreana Rotem inovou com o sistema “driverless” na “Linha 4 – Amarela”. Ressalte-se que as expansões que estão sendo realizadas nas linhas metroviárias de “São Paulo” têm a presença de empresas sul-coreanas, tanto nas composições, como na tecnologia implantada nas estações.

 

Na capital do “Rio de Janeiro”, 19 novos trens importados da China aguardam para poderem circular, mas, por problemas técnicos, sua movimentação está muito atrasada. A “Agência Reguladora de Serviços Concedidos de Transportes” (Agetransp) multou o “Metrô” do Rio em R$ 374 mil por não ter colocado os trens circulação em agosto de 2010, conforme o prazo estipulado no Contrato, que foi assinado em 2007.

Especialistas e engenheiros do setor informam que os trens chineses são mais leves e um pouco mais largos que as composições antigas das linhas cariocas, obrigando-os a adaptarem-se as estações do Metrô para que não haja colisões das composições com as plataformas.

Analistas apontam que o caso paulista e o caso carioca apresentam fatos de que a cidade de “São Paulo” tem padrões mais adequados para composições importadas, que usam padrões internacionais, mas, não apenas isso, destacam que as empresas sul-coreanas estão se adaptando melhor e com mais inovações para o desenvolvimento tecnológico neste setor.

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Fontes:

Ver:

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,empresa-e-agencia-alegam-busca-de-padrao-internacional-,901199,0.htm

Ver:

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,compra-de-trens-chineses-obriga-metro-do-rio-a-reformar-tuneis-e-estacoes-,901204,0.htm

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Fabricio Bomjardim - Analista CEIRI - MTB: 0067912SP

Bacharel em Relações Internacionais (2009) e técnico em Negociações Internacionais (2007) pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM). Atua na área de Política Econômica com foco nos países do sudeste e leste asiático, sendo referência em questões relacionadas a China. Atualmente é membro da Júnior Chamber International Brasil-China, promovendo as relações sócio-culturais sino-brasileiras em São Paulo e Articulista da Revista da Câmara de Comércio BRICS. Também atuou como Consultor de Câmbio no Grupo Confidence.

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