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Valorização do franco suíço começa a corroer o lugar da Suíça como destino preferido das multinacionais que buscam reduzir seus impostos

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Enquanto o “Banco Nacional da Suíça” tentava, novamente, desvalorizar o franco suíço, agora em acentuada elevação, a força da moeda começa a prejudicar o papel da Suíça como destino favorito das multinacionais estrangeiras.

 

Embora os benefícios fiscais ainda sejam muito superiores, algumas empresas já estão cortando a remuneração de seus executivos no país e talvez façam cortes ainda maiores após as férias de agosto, segundo consultores.

As empresas recém-chegadas na Suíça estão repensando sua decisão de escolher o país como primeira opção para transferir suas divisões de menor valor, tais como os serviços administrativos, segundo Daniel Loeffler, chefe da “Agência de Promoção Econômica” em Genebra.

O “Banco Central” suíço informou que iria aumentar os depósitos mais facilmente disponíveis do Banco — um tipo de cheque especial à disposição dos Bancos de varejo que o desejarem — de 120 bilhões de franco suíços para 200 bilhões de franco suíços.

A iniciativa foi o terceiro esforço nas últimas semanas para enfraquecer a moeda. Na semana passada, o “Banco Central” aumentou os depósitos chamados de “à vista”, de 80 bilhões para 120 bilhões de franco suíços. No entanto, essas últimas ações provocaram uma alta da moeda, desapontando os operadores porque não foram adotadas medidas mais agressivas, como atrelar o franco suíço ao euro, informou o “The Wall Street Journal”.

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Daniela Alves - Analista CEIRI - MTB: 0069500SP

Mestre em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Bacharel em Relações Internacionais, jornalista e Especialista em Cooperação Internacional. Atualmente é CEO do Centro de Estratégia, Inteligência e Relações Internacionais (CEIRI) e Editora-Chefe do CEIRI NEWSPAPER. Vencedora de vários prêmios nacionais e internacionais da área dos Direitos Humanos. Já palestrou em várias cidades e órgãos de governo do Brasil e do Mundo sobre temas relacionados a profissionalização da área de Relações Internacionais, Paradiplomacia, Migrações, Tráfico de Seres Humanos e Tráfico de órgãos. Trabalhou na Coordenadoria de Convênios Internacionais da Secretaria Municipal do Trabalho de São Paulo e na Assessoria Técnica para Assuntos Internacionais da Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho do Governo do Estado de SP. Atuou como Diretora Executiva Adjunta e Presidente do Comitê de Coordenação Internacional da Brazil, Russia, India, China, Sounth Africa Chamber for Promotion an Economic Development (BRICS-PED).

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